Transcription of EB20-MC-10
1 RIO DA DEFESAEX RCITO BRASILEIROESTADO-MAIOR DO EX RCITOM anual de CampanhaTREINAMENTO F SICO MILITAR4a Edi o RIO DA DEFESAEX RCITO BRASILEIROESTADO-MAIOR DO EX RCITOM anual de CampanhaTREINAMENTO F SICO MILITAR4a Edi o 2015 PORTARIA No 354-EME, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2015. Aprova o Manual de Campanha treinamento F sico Militar, 4a Edi o, 2015. O CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EX RCITO, no uso da atribui o que lhe confere o inciso VIII do art.
2 5o do Regulamento do Estado-Maior do Ex rcito (R-173), aprovado pela Portaria do Comandante do Ex rcito no 514, de 29 de junho de 2010, e de acordo com o que estabelece o art. 43 das Instru es Gerais para as Publica es Padronizadas do Ex rcito ( ), aprovadas pela Portaria no 770, de 7 de dezembro de 2011, resolve: Art. 1o Aprovar o Manual de Campanha treinamento F SICO MILITAR, 4a Edi o, 2015, que com esta baixa. Art. 2o Determinar que esta Portaria entre em vigor na data de sua publica o. Art. 3o Revogar o Manual de Campanha C 20-20 treinamento F sico Militar, 3a Edi o, 2002, aprovado pela Portaria no 089-EME, de 7 de novembro de 2002, e a Modifica o M1, 3a Edi o, 2002, aprovada pela Portaria no 058-EME, de 17 de mar o de Ex SERGIO WESTPHALEN ETCHEGOYENC hefe do Estado-Maior do Ex rcito (Publicado no Boletim do Ex rcito no 53, de 31 de dezembro de 2015)N MERO DE ORDEMATO DE APROVA OP GINAS AFETADASDATAFOLHA REGISTRO DE MODIFICA ES (FRM)
3 NDICE DE ASSUNTOSPREF CIOCAP TULO I INTRODU O Considera es Objetivos do treinamento F sico Defini es B TULO II FUNDAMENTOS DO treinamento F SICO MILITAR (TFM) Considera es A Filosofia do treinamento F sico Princ pios do A Import ncia do TFM para as reas Afetiva e Condi es de Execu o do O Controle da Carga do TFM para o Segmento Situa es Especiais do Aspectos Clim ticos Relacionados ao Subst ncias T TULO III PLANEJAMENTO E CONDU O DO Considera es A Dire o da Instru Exames para a Pr tica do Programas de treinamento F sico A Organiza o por TULO IV SESS O DE treinamento F SICO Considera es Procedimentos Comuns s Sess es de A Fase de A Fase de Trabalho A Fase de Volta TULO V treinamento Considera es Corrida Cont nua ou Corrida treinamento Intervalado Aer Nata TULO VI treinamento Considera es Gin stica B
4 treinamento em Muscula TULO VII treinamento UTILIT Considera es Pista de Pentatlo Gin stica com Toros .. Circuito Operacional ..7-21 CAP TULO VIII TFM PARA MILITARES EM CONDI O ESPECIAL DE SA Considera es TFM para TFM para TFM para Diab TFM para Militares Obesos ..8-12 CAP TULO IX Considera es Grandes Modalidades Competi es TULO X AVALIA O DO DESEMPENHO F Considera es A Concep o Geral da Avalia Caracter sticas da Avalia Fatores da Avalia O Teste de Avalia o F sica (TAF)..10-4 ANEXO A PROGRAMA ANUAL DE TFM PARA OM N O OPERATIVA (3 SESS ES POR SEMANA)ANEXO B PROGRAMA ANUAL DE TFM PARA OM N O OPERATIVA (4 SESS ES POR SEMANA)ANEXO C PROGRAMA ANUAL DE TFM PARA OM N O OPERATIVA (5 SESS ES POR SEMANA)ANEXO D PROGRAMA ANUAL DE TFM PARA OM OPERATIVA (4 SESS ES POR SEMANA)ANEXO E PROGRAMA ANUAL DE TFM PARA OM OPERATIVA (5 SESS ES POR SEMANA) ANEXO F PISTA DE treinamento EM CIRCUITO ANEXO G PISTA DE PENTATLO MILITARPREF CIOA necessidade de treinamento f sico nas For as Armadas inquestion vel.
5 Sendo o homem, segundo a doutrina, o elemento fundamental da a o, imprescind vel darmos especial aten o a sua sa de e condi o f condi es de vida da sociedade moderna requerem uma mudan a significativa na rela o do homem com a natureza. A mecaniza o cont nua da sociedade provoca uma car ncia de oportunidades para o desenvolvimento f sico do indiv duo, submetendo-o, em muitas ocasi es, a um excessivo sedentarismo que pode conduzi-lo a posturas erradas e deforma ex rcitos modernos, pretende-se a forma o de um soldado de qualidade, que desenvolva seu trabalho em cen rios muito diversificados e, s vezes, em condi es extremas, o que exige grande versatilidade. Al m da aptid o f sica, este deve ser capaz de adaptar-se a situa es ambientais novas e rduas, nas quais o fator psicol gico sempre estar presente.
6 Sendo assim, torna-se necess rio buscar m todos de prepara o, est mulos e sistemas de avalia o para que militares cuidem bem de sua condi o f sica, visando a duas finalidades: a melhoria da sa de e a aptid o para o desempenho de suas fun es. Para isso, recorrer-se- ao treinamento F sico Manual, encontraremos m todos e exerc cios para atingir determinadas metas. Entretanto, sua aplica o demanda cuidado especial. Uma vez que o treinamento f sico n o nos proporciona uma f rmula matem tica que possa ser aplicada a todos indistintamente, necess rio um estudo especial e um tratamento espec fico para cada forma, demasiado dif cil apresentar em linhas gerais m todos que possam ser aplicados a todos os/as militares.
7 Por essa raz o, considera-se imprescind vel o acompanhamento tanto do oficial de treinamento f sico quanto do m dico da unidade. O organismo, diante de qualquer esfor o desproporcional, emite sinais de alarme (fadiga, dor e outros) e o indiv duo, s vezes obcecado pela import ncia de resultados, os ignora. No entanto, as consequ ncias podem ser inexor veis. Portanto, o treinamento f sico militar n o deve reduzir-se a um conjunto de m todos para supera o de provas em um determinado dia, pelo contr rio, deve ser uma pr tica cotidiana a fim de se obter um condicionamento melhor de maneira que se possa avaliar o desempenho f sico em qualquer momento sem um esfor o que o/a militar chegue conclus o de que o tempo que se dedica atividade f sica n o tempo perdido , mas tempo ganho.
8 Isso exige uma filosofia de vida diferente e uma mudan a de valores, isto , uma reavalia o daquilo que se julga , faz-se necess ria a adequa o de hor rios para a realiza o de atividades f sicas a fim de que os/as militares possam dedicar o tempo necess rio a sua prepara o f sica sem que haja preju zo do rendimento de seu raz o da evolu o natural dos conceitos relativos rea de sa de, periodicamente, o Ex rcito atualiza o conte do de seus manuais. Nesse sentido, este Manual traz altera es, a exemplo do treinamento f sico para militares em condi es especiais de sa de. O cap tulo que trata da previs o de treinamento para pessoas obesas, hipertensas, gestantes e outros revela a t nica desta publica o: o foco no indiv duo.
9 Em face do exposto, este Manual se prop e a ser um vetor motivacional e para a melhoria das condi es f sicas dos militares do Ex rcito Brasileiro. CAP TULO IINTRODU O presente manual de campanha (MC) visa apresentar a concep o do treinamento F sico Militar (TFM), tem por finalidade padronizar os aspectos t cnicos, al m de fornecer os conhecimentos desej veis e estabelecer procedimentos para o planejamento, a organiza o, a coordena o, a condu o e a execu o do treinamento f sico no mbito do Ex rcito Brasileiro (EB). CONSIDERA ES A prepara o f sica de um militar deve ser orientada para os objetivos e atividades pr prias de sua fun o, especialidade, unidade e posto.
10 Tal prepara o adquirida mediante o emprego dos meios de educa o f sica durante as sess es de treinamento , pr tica de esportes, instru o f sico-militar ou, de forma natural, durante as atividades de instru o e adestramento. Al m disso, a prepara o f sica organiza-se por meio de programas de condicionamento e treinamento f sico inseridos em outros planos de instru o e Os especialistas em educa o f sica devem orientar seus conhecimentos, em primeiro lugar, para a determina o qualitativa e quantitativa dos requisitos (qualidades e capacidades f sicas) necess rios para cada objetivo, quer dizer, o n vel de aptid o f sica requerido pelas tarefas que s o realizadas, e a continua o, a fim de propor as provas e os perfis adequados para avalia o, como principais assessores do comando nessa mat Ademais, cabe ressaltar que a prepara o f sica, em particular o TFM, aplica-se e obrigat rio a todo militar considerado apto para o servi o OBJETIVOS DO treinamento F SICO MILITARa) Desenvolver, manter ou recuperar a aptid o f sica necess ria para o desempenho das fun es ) Contribuir para a manuten o da sa de do CONSIDERA ES OBJETIVOS DO treinamento F SICO DEFINI ES B ) Cooperar para o desenvolvimento de atributos da rea )