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ˇ ˆ - INCA

9 Tumores das Gl ndulas SalivaresSalivary gland tumorsINTRODU OAs estat sticas mostram que 95% dosn dulos palp veis da gl ndula par tida s o deorigem tumoral, sendo esta gl ndula a maisfreq entemente acometida. O palato o s tiomais comum dos tumores de gl ndulassalivares menores. Aproximadamente 25%dos tumores da par tida, 50% dos tumoresda submandibular, 81% dos tumores dassalivares menores s o tumor maligno mais comum da gl ndulaPar tida o Carcinoma Mucoepiderm Carcinoma Aden ide C stico o tumormaligno mais freq ente da gl ndula Subman-dibular e das gl ndulas salivares tumores malignos das gl ndulassalivares, de baixo grau de malignidade e emest dios iniciais, s o usualmente cur veis porressec o adequada como nico progn stico tamb m influenciado pelalocaliza o da les o.

Revista Brasileira de Cancerologia, 2002, 48(1): 9-12 6. Hanna DC, Dickason WL, Richardson GS, Gaisford JC. Management of recurrent salivary gland tumors.

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  Gland, Salivary, Salivary gland

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1 9 Tumores das Gl ndulas SalivaresSalivary gland tumorsINTRODU OAs estat sticas mostram que 95% dosn dulos palp veis da gl ndula par tida s o deorigem tumoral, sendo esta gl ndula a maisfreq entemente acometida. O palato o s tiomais comum dos tumores de gl ndulassalivares menores. Aproximadamente 25%dos tumores da par tida, 50% dos tumoresda submandibular, 81% dos tumores dassalivares menores s o tumor maligno mais comum da gl ndulaPar tida o Carcinoma Mucoepiderm Carcinoma Aden ide C stico o tumormaligno mais freq ente da gl ndula Subman-dibular e das gl ndulas salivares tumores malignos das gl ndulassalivares, de baixo grau de malignidade e emest dios iniciais, s o usualmente cur veis porressec o adequada como nico progn stico tamb m influenciado pelalocaliza o da les o.

2 Melhor na par tida quena gl ndula submandibular e menos favor velna gl ndula sublingual ou nas gl ndulassalivares sticoO progn stico, portanto, depende dalocaliza o, do tipo histol gico, do grau dediferencia o e est dio cl nico do tumor:Revista Brasileira de Cancerologia, 2002, 48(1): 9-12 CONDUTAS DO INCA/MS / INCA/MS PROCEDURESEXAMES DE AVALIA OCONFIRMA O DIAGN STICAO diagn stico dos tumores das gl ndulassalivares maiores e menores cl nico. Sinaistais como a fixa o do tumor, a indefini oem rela o s estruturas adjacentes, e apresen a de paralisia facial s o fatoresindicativos de malignidade. Dentre os examesde rotina utilizados para se avaliar as les esde gl ndulas salivares maiores, n o se podeprescindir da pun o aspirativa com agulhafina para diagn stico cito-patol gico.

3 Paradiagn stico dos tumores das gl ndulassalivares menores pode ser necess rio apun o com agulha fina, ou bi psia incisional. importante ressaltar que a bi psia incisionals deve ser realizada quando o diagn sticohistopatol gico ir definir a extens o O DA EXTENS O DA DOEN AOs crit rios de extens o dos tumores dasgl ndulas salivares s o descritos de acordo como tamanho, mobilidade e, no caso dos tumoresparot deos, comprometimento do nervo informa es podem ser obtidas atrav sde exames mais complexos, como por exemplo,a tomografia DE EXCE O Radiografia simples de mand bula (paraavalia o de invas o mandibular pelos tumoresde gl ndula submandibular ou par tida).

4 Tomografia computadorizada (paraavalia o de invas o das estruturasprofundas e tumores do lobo profundo dapar tida); Radiografia simples dos seios da face (emtumores de palato); Estudo radiol gico de osso temporal(tumores malignos da par tida); Ultra-sonografia para diagn stico diferencialentre linfonodo cervical, processosinflamat rios, c lculos e tumores;10 Revista Brasileira de Cancerologia, 2002, 48(1): 9-12 Resson ncia magn tica (exclusivamentequando a extens o da les o for de dif cildetermina o cl nica), principalmente nostumores de lobo profundo da par BENIGNOSPar tida Tumor do lobo superficial: parotidectomiasuperficial parcial ou completa, comconserva o do nervo facial.

5 Tumor do lobo profundo: parotidectomiatotal com conserva o do nervo Ressec o da les o com margem deseguran a podendo incluir partes sseas,nos casos de tumores no MALIGNOS - TRATAMENTO POREST DIOS*Par tidaEst dio I e IINeoplasias de baixo grau ou alto grau demalignidade. O tratamento ser semprecir rgico, buscando sempre preservar o radioterapia complementar ser sempreindicada em casos de tumores de alto grau demalignidade, ou em casos de margenscir rgicas insuficientes ou em tumores dedif cil acesso (lobo profundo).A radioterapia exclusiva indica o deexce o ou como tratamento paliativo, emcasos considerados sem indica o para dio IIIN eoplasias de baixo grau ou alto grau demalignidade.

6 O tratamento de escolha sempre o cir rgico. O nervo facial dever serpreservado quando poss vel. (Aus ncia deinvas o macrosc pica)O esvaziamento cervical deve ser associadoem casos de invas o cervical por tumores dealto grau de malignidade ou em tumores queapresentem um alto ndice de met stase cer-vical (Carcinoma Epiderm ide, CarcinomaIndiferenciado).O volume de tratamento radioter picoinclui o leito operat rio com 2 cm de margem,regi o nodal subdig strica ipsilateral, em casode Carcinoma aden ide c stico, sendo quetodo o trajeto do nervo facial inclu do novolume de tratamento. Les es profundas s oabordadas com distribui o de camposlaterais, com filtros compensadores paramelhoria de isodose, ou feixe de el trons de12-17 Mev de forma isolada ou emcombina o com feixe de f tons.

7 A doseprescrita de 55-60 Gy di rias de a 2 linfonodos cervicais ipsilaterais s oirradiados, em caso de doen a residual etumores de alto grau (com exce o de carci-noma aden ide c stico pelo baixo risco derecidiva cervical) com dose prescrita de 50Gy em 25 sess dio IVOs tumores avan ados das gl ndulassalivares dever o ser tratados de acordo coma avalia o de operabilidade do tumor e casos em que existe possibilidadecl nica para o paciente se submeter aotratamento cir rgico, este dever ser realizadosempre com a indica o de dio I e IINeoplasias de baixo grau de malignidade- Submandibulectomia e esvaziamento daregi o de alto grau de malignidade -Esvaziamento Cervical Supraomohi ideo +radioterapia.

8 Os crit rios para indica o eaplica o de radioterapia p s-operat ria s oos mesmos mencionados para os tumores dapar dio IIIN eoplasias de baixo e alto grau de malignidade- Esvaziamento Supraomohi ideo + crit rios para indica o e aplica o de* Minist rio da Sa de (Brasil). TNM Classifica o de tumores malignos. [trad. 5a ed. UICC, 1997]. Rio de Janeiro; Brasileira de Cancerologia, 2002, 48(1): 9-12 Tumores das Gl ndulas Salivaresradioterapia p s-operat ria s o os mesmosmencionados para os tumores da par dio IVOs tumores avan ados das gl ndulas salivaresdever o ser tratados de acordo com a avalia ode operabilidade do tumor e do casos em que existe possibilidadecl nica para o paciente se submeter aotratamento cir rgico, este dever ser realizadosempre com a indica o de radioterapia pr -operat ria indica ode exce o, pois ela deve ser feita como nicaarma terap utica para os tumores nesteest dio.

9 Os crit rios para indica o e aplica ode radioterapia p s-operat ria s o os mesmosmencionados para tumores da par NDULAS SALIVARES MENORESOs tumores das gl ndulas salivares menorester o sempre indica o de tratamentocir rgico, que ser a ressec o alargada dales o, e radioterapia complementar nos casosem que houver margem cir rgica acometidaou nos tumores de alto grau de volume de tratamento radioter pico vaidepender do epicentro do tumor, e segue osmesmos princ pios do tratamento dos tumoresepiteliais desta rea, com exce o do carci-noma aden ide c stico, que requer, irradia ode seguimentos nervosos ate a base do cr doses prescritas s o.

10 60 Gy para irradia oprofil tica, 66 Gy em caso de doen a residualmicrosc pica, 70 Gy para doen a residualmacrosc pica, em fra es de a 2 RECIDIVADOOs tumores recidivados das gl ndulassalivares ser o tratados conforme o tipohistol gico, tratamento pr vio, s tio da recidivae extens o tumoral e, status cl nico do DE SEGUIMENTOOs exames cl nicos de seguimento incluem oexame da cavidade oral al m da palpa o daregi o parot dea ou submandibular, e do pesco realiza o anual de raios X de T raxdever ser efetuada no seguimento de tumoresmalignos de alto grau de laringoscopia dever ser efetuada emcasos de queixas relativas a laringe seguimento dever ser feito bimestralmenteno primeiro ano; quadrimensalmente no segundoano; semestralmente no terceiro ano.


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