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PALAVRAS DE EMMANUEL . 2. A Ci ncia do Tempo .. 03. Advert ncias Proveitosas .. 05. Amor e Fraternidade .. 08. Aos Aprendizes do Evangelho .. 10. As Almas Enfraquecidas .. 11. Ascens o .. 12. Caminhos Errados .. 14. Ci ncia e Cientificismo .. 16. Como Vencer? .. 18. Conv m n o esquecer .. 19. Cooperativismo .. 21. Corpo Humano .. 22. Cristo e Cristianismo .. 23. Deus .. 25. Direitos e Deveres .. 26. Esclarecendo .. 27. Espiritismo, Espiritualismo e Evangelho .. 29. F - Esperan a - Caridade .. 32. Felicidade .. 34. Filosofia da Morte .. 35. Filosofia da Dor .. 37. Filosofia da Vida.

3 A CIÊNCIA DO TEMPO Emmanuel Nunca te esqueças de aproveitar o tempo na aquisição de luz, enquanto é dia. (Caminho, Verdade e Vida) O tempo é o nosso explicador silencioso e te revelará ao coração a bondade infinita do

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1 PALAVRAS DE EMMANUEL . 2. A Ci ncia do Tempo .. 03. Advert ncias Proveitosas .. 05. Amor e Fraternidade .. 08. Aos Aprendizes do Evangelho .. 10. As Almas Enfraquecidas .. 11. Ascens o .. 12. Caminhos Errados .. 14. Ci ncia e Cientificismo .. 16. Como Vencer? .. 18. Conv m n o esquecer .. 19. Cooperativismo .. 21. Corpo Humano .. 22. Cristo e Cristianismo .. 23. Deus .. 25. Direitos e Deveres .. 26. Esclarecendo .. 27. Espiritismo, Espiritualismo e Evangelho .. 29. F - Esperan a - Caridade .. 32. Felicidade .. 34. Filosofia da Morte .. 35. Filosofia da Dor .. 37. Filosofia da Vida.

2 40. Fil sofos e Considera es Filos ficas .. 41. Grandes Verdades .. 44. Ilumina o .. 45. Incompreens o Humana .. 46. Instituto da fam lia .. 47. Liberdade .. 48. Medicina do Futuro .. 49. M diuns Mediunismo Fen menos Esp ritas .. 50. No Campo das id ias .. 51. No Campo dos Sentimentos .. 52. O Verbo Humano e a palavra Escrita .. 54. Paz .. 55. Recomenda es teis .. 56. Religi es .. 58. Sepultura e Desencarnados .. 59. Servir .. 60. Temas Variados .. 61. Trabalho .. 65. Verdades Duras .. 67. Verdade Reencarnacionista .. 69. Vinde a Mim as Criancinhas .. 70. Virtudes .. 71. 3. A CI NCIA DO TEMPO.

3 EMMANUEL Nunca te esque as de aproveitar o tempo na aquisi o de luz, enquanto dia. (Caminho, Verdade e Vida). O tempo o nosso explicador silencioso e te revelar ao cora o a bondade infinita do Pai que nos restaura a sa de da alma, por interm dio do espinho da desilus o ou do amargo- so elixir do sofrimento. (P o Nosso). N o te endure as na estrada que o Senhor te levou a trilhar, em favor de teu resgate, a- primoramento e santifica o. Recorda a import ncia do tempo que se chama Hoje. (P o Nosso). A exist ncia na Terra um livro que est s Cada dia uma p Cada hora uma afirma o de tua personalidade, atrav s das pessoas e das situa es que te buscam.

4 (Reformador 4/953). Diz o pregui oso: "amanh farei". Exclama o fraco: "amanh , terei for as". Assevera o delinq ente: "amanh , regenero-me". imperioso reconhecer, por m, que a criatura, adiando o esfor o pessoal, n o alcan ou, ainda, em verdade, a no o real do tempo. Quem n o aproveita a b n o do dia, vive distante da gl ria do s culo. (Vinha de Luz). Os interesses imediatistas do mundo clamam que o "tempo dinheiro" para, em segui- da, recome arem todas as obras incompletas na esteira das reencarna Os homens, por isso mesmo, fazem e desfazem, constroem e destroem, aprendem levianamente e recapitulam com dificuldade, na conquista da experi ncia.

5 (Caminho, Verdade e Vida). medida que o esp rito avulta em conhecimento, mais compreende o valor do tempo e das oportunidades que a vida maior lhe proporciona, reconhecendo, por fim, a imprud ncia de gastar recursos preciosos em discuss es est reis e caprichosas. (Caminho, Verdade e Vida). l gico que todo homem conte com o tempo, mas, se esse tempo estiver sem luz, sem equil brio, sem sa de, sem trabalho? 4. N o obstante a oportunidade da indaga o importa considerar que muito raros s o a- queles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda a parte as fileiras dos que procuram aniquil -lo de qualquer forma.

6 (Caminho, Verdade e Vida). O tempo, implac vel dominador de civiliza es e homens, marcha apenas com sessenta minutos por hora, mas nunca se det m. Guardemos a li o e caminhemos para diante, com a melhoria de n s mesmos. Deva- gar, mas sempre. (Fonte Viva). Nossa personalidade, enquanto somos jovens, semelhante pedra preciosa por lapi- dar. Mas o tempo, dia a dia, nos desgasta e transforma, at que um novo entendimento da vida nos fa a brilhar o cora o. (Ave, Cristo!). 5. ADVERT NCIAS PROVEITOSAS. EMMANUEL Em que objeto centralizas a tua cren a, meu amigo? Recorda que necess rio crer sin- ceramente em Jesus e segui-lo, para n o sermos confundidos.

7 (Vinha de Luz). O novo crente flagela a quantos lhe ouvem os argumentos calorosos, azorragando cos- tumes, condenando id ias alheias e violentando situa es, esquecido de que a experi ncia da alma laboriosa e longa e de que h muitas esferas de servi o na casa de Nosso Pai. (Vinha de Luz). Toda crise fonte sublime de esp rito renovador para os que sabem ter esperan a. (Vinha de Luz). As dificuldades de qualquer natureza s o sempre pedras simb licas, asfixiando-nos as melhores esperan as do dia, do ideal, do trabalho ou do destino, que recebemos na gl ria do tempo. necess rio saber trat -las com prud ncia, serenidade e sabedoria.

8 (Reformador Outubro/1952). O dinheiro sempre bom quando com ele podemos adquirir a simpatia ou a miseric r- dia dos homens. (Paulo e Estev o). Se procuras, amigo, a luz espiritual: se a animalidade j te cansou o cora o, lembra-te de que, em Espiritualismo, a investiga o conduzir sempre ao Infinito, tanto no que se refe- re ao campo infinitesimal, como esfera dos astros distantes, e que s a transforma o de ti mesmo, luz da Espiritualidade Superior, te facultar acesso s fontes da Vida Divina. (Pref. Mensageiros). Lembra-te de que os problemas se estendem ao Cada ser, cada criatura, cada consci ncia possui necessidades diferentes entre si.

9 (Reformador Fevereiro/1953). muito f cil falar aos que nos interpelam, de maneira a satisfaz -los, e n o dif cil re- plicar-lhes como conv m aos nossos interesses e conveni ncias particulares; todavia, diri- girmo-nos aos outros, com a prud ncia amorosa e com a toler ncia educativa, como conv m s doutrina do Mestre, tarefa complexa e enobrecedora, que requisita a ci ncia do bem no cora o e o entendimento evang lico nos racioc nios. (Vinha de Luz). A luta em fam lia problema fundamental da reden o do homem na Terra. Como se- remos benfeitores de cem ou mil pessoas, se ainda n o aprendemos a servir cinco ou dez cri- 6.

10 Aturas? Esta indaga o l gica que se estende a todos os disc pulos sinceros do Cristianis- mo. (De P o Nosso). Saber n o tudo. necess rio fazer. E para bem fazer, homem algum dispensar a calma e a serenidade, imprescind veis ao xito, nem desdenhar a coopera o, que a com- panheira dileta do amor. (De Vinha de Luz). A imagina o n o um pa s de n voa, de cria es vagas e incertas. fonte de vitalida- de, energia, (De Roteiro). Nosso corpo espiritual, em qualquer parte, refletir a luz ou a treva, o c u ou o inferno que trazemos em n s mesmos. (De Roteiro). A no o de c rcere, como a dor do remorso, nunca foram observadas no horizonte azul nem no canto dos p ssaros, simplesmente porque residem dentro de n s.


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