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1 Revista Brasileira de Enfermagem PESQUISA . PESQUISA . REBEn Pol ticas p blicas para a sa de do idoso: revis o sistem tica Public policies for the elderly's health: systematic review Pol ticas p blicas para la salud del anciano: revisi n sistem tica Alessandra Concei o Leite FFunchal unchal CamachoI, Maria Jos CoelhoI. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery. Rio de Janeiro, RJ. I. Submiss o: 31/10/2008 Aprova o: 11/03/2010. Aprova o: RESUMO. O objetivo deste trabalho analisar o desenvolvimento dos programas de sa de do idoso com base nas refer ncias contidas nas principais bases de dados. Estudo de revis o sistem tica de natureza quanti-qualitativa no per odo de 01/09/08 30/09/08 nas bases de dados da Biblioteca Virtual da Sa de.
2 Para an lise das informa es foi realizada a organiza o do conte do quanto ao ano, tipo de publica o e m todos/t cnicas, ess ncia do conte do e produ o do conhecimento, base de dados, recomenda es dos autores. Os resultados apontam para o desenvolvimento de pesquisas voltadas para a divulga o e resultados das pol ticas de sa de e o seu conhecimento pelos profissionais de sa de que cuidam de idosos sendo necess rio um direcionamento e capacita o espec fica. Descritores: Pol ticas P blicas de Sa de; Idoso; Enfermagem. ABSTRACT. The objective of this work was to analyze the development of health of the elderly based on references contained in the main databases.
3 Study of systematic review considering the period from 01/09/08 to 30/09/08 in the databases of the Library of Health to check that the information was held to organize the content on the year, publication type and methods / techniques, content and essence of the production of knowledge, database, the authors' recommendations. The results emphasize the development of research focused on the dissemination and results of health policies and their knowledge by health professionals who care for elderly is a necessary direction and specific training. Key wor ds: Health Public Policy; Aged; Nursing. words: RESUMEN. El objetivo es analizar el desarrollo de las pol ticas p blicas de salud para los ancianos en las referencias que figuran en las principales bases de datos.
4 Estudio de revisi n sistem tica de naturaleza cuanti-cualitativa en el per odo comprendido entre 01/09/08 al 30/09/. 08 en la Biblioteca Virtual de Salud. Para an lisis de las informaci nes se realiz una organizaci n del contenido sobre el a o, tipo de publicaci n y m todos/t cnicas, contenido y la esencia de la producci n de conocimiento, base de datos, recomendaciones de los autores. Los resultados apuntan para el desarrollo de investigaciones que hacen la difusi n sobre las pol ticas de salud y su conocimiento por los profesionales de salud que cuidan de ancianos pues es necesaria una direcci n y una formaci n espec fica.
5 Descriptores Descriptores:: Pol ticas P blicas de salud; Ancianos; Enfermer a. AUTOR CORRESPONDENTE Alessandra Concei o Leite Funchal Camacho. Rua Jos Vicente, 97 Graja . CEP 20540-330. Rio de Janeiro, RJ. E-mail: Rev Bras Enferm, Bras lia 2010 mar 2010 -abr; 6. mar-abr; 3(2). 63 2):: 279-84. 279. Camacho ACLF, Coelho MJ. INTRODU O de pesquisas, como pela coleta sistem tica de informa es oriundas dos sistemas de vigil ncia que possibilita a avalia o sistem tica O envelhecimento um processo universal que compreendido de dados sobre magnitude, escopo, caracter sticas e conseq ncias por uma redu o das atividades funcionais e possui algumas das doen as(3).
6 Tend ncias em rela o as enfermidades que levam continuamente Verificando o desenvolvimento e as mudan as nas pol ticas a constru o de pol ticas p blicas para o idoso tanto no mbito p blicas para amparar de forma adequada o idoso, h necessidade internacional assim como principalmente no mbito brasileiro. Essas de uma reorienta o dos servi os de sa de, investindo-se pol ticas est o voltadas n o somente para a terceira idade como principalmente na aten o b sica com rediscuss es de estrat gias tamb m para os profissionais da sa de visando a sua divulga o e preventivas e de promo o sa de (2) . Por outro lado, os implementa o.
7 Desta forma, verificado um aumento no profissionais de sa de, principalmente aqueles que atuam na rede contingente populacional dos idosos em virtude da baixa de de aten o b sica devem ser alvo de treinamento e capacita o natalidade, aumento da expectativa de vida, desenvolvimento de continuados para se adequarem s necessidades da popula o novas tecnologias que vislumbraram tratamentos que at alguns idosa. Levando em considera o que o ambiente familiar constitui- anos atr s eram impensados uma perspectiva e um progn stico se uma principal fonte de apoio ao idoso, h que se estimular o de vida favor vel para algumas enfermidades.
8 Fortalecimento das rela es familiares com o prop sito de se Verifica-se em proje es palp veis que no ltimo censo 2000 minimizarem as dificuldades e ang stias vivenciadas por ambos, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat stica a popula o de idosos e familiares(4-5). 60 anos ou mais de idade no Brasil era de de pessoas, Portanto, quanto maior for o acesso aos bens e servi os da contra em 1991. O peso relativo da popula o idosa sociedade, maior ser a qualidade de vida no processo de no in cio da d cada de noventa representava 7,3%, enquanto em envelhecimento. E sob esta tica, os servi os de sa de t m papel 2000 essa propor o atingia 8,6%.
9 Considerando a continuidade fundamental na aten o sa de, para que a popula o idosa possa das tend ncias verificadas para as taxas de fecundidade e usufruir a vida com tudo aquilo que construiu. Para tal, s o longevidade da popula o brasileira as estimativas para os pr ximos requeridos investimentos que priorizem a preven o de doen as 20 anos indicam que a popula o idosa poder exceder 30 milh es e controle de condi es de cronicidade que permita aos idosos de pessoas ao final deste per odo, chegando a representar 13% um viver com qualidade(5). da popula o no pa s(1). A relev ncia deste artigo est no fato de compreender que Em meio a essa transi o demogr fica, importante ressaltar assist ncia de sa de ao idoso exige dos servi os de sa de e, que, juntamente com a modifica o observada e descrita sob o tamb m da equipe de sa de uma qualifica o diferenciada, porque aspecto quantitativo, precisamos estar atentos aos aspectos que s o estes profissionais que est o na linha de frente do cuidado a ultrapassam a quantidade, j que nos preocuparmos com a esta clientela.
10 A contribui o deste artigo visa tamb m . qualidade de vida dessa popula o. Essa mudan a no perfil possibilidade de reduzir assim a incid ncia de complica es da epidemiol gico do pa s resultante de transforma es da vida da sa de do idoso com o conhecimento de pol ticas p blicas de sa de popula o nos mbitos social, econ mico e cultural acarretando no Brasil visando uma articula o das a es de sa de entre os novos olhares e planejamentos, para contemplarem suas profissionais de sa de. expectativas de sa de, bem como atender s demandas biopsicossociais visando ao equil brio do processo vital(2). METODOLOGIA. Assim, temos como objetivo neste artigo analisar o desenvolvimento dos programas de sa de do idoso na rea da Para viabilizar o desenvolvimento deste estudo, optamos por sa de com base nas refer ncias contidas nas principais bases de um estudo de revis o sistem tica de natureza quanti-qualitativa.