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1 S ITradu o da publica o do BIPM resumo do Sistema Internacional de Unidades - SIA metrologia a ci ncia da medi o, abrangendo todas as medi es realizadas num n vel conhecido de incerteza, em qualquer dom nio da atividade prot tipo internacional do quilograma, К, o nico padr o materializado, ainda em uso, para definir uma unidade de base do Bureau Internacional de Pesos e Medidas, o BIPM, foi criado pelo artigo 1o da Conven o do Metro, no dia 20 de maio de 1875, com a responsabilidade de estabelecer os fundamentos de um sistema de medi es, nico e coerente, com abrang ncia mundial.
2 O sistema m trico decimal, que teve origem na poca da Revolu o Francesa, tinha por base o metro e o quilograma. Pelos termos da Conven o do Metro, assinada em 1875, os novos prot tipos internacionais do metro e do quilograma foram fabricados e formalmente adotados pela primeira Confer ncia Geral de Pesos e Medidas (CGPM), em 1889. Este sistema evoluiu ao longo do tempo e inclui, atualmente, sete unidades de base. Em 1960, a 11a CGPM decidiu que este sistema deveria ser chamado de Sistema Internacional de Unidades, SI (Syst me international d unit s, SI). O SI n o est tico, mas evolui de modo a acompanhar as crescentes exig ncias mundiais demandadas pelas medi es, em todos os n veis de precis o, em todos os campos da ci ncia, da tecnologia e das atividades humanas.
3 Este documento um resumo da publica o do SI, uma publica o oficial do BIPM que uma declara o do status corrente do sete unidades de base do SI, listadas na tabela 1, fornecem as refer ncias que permitem definir todas as unidades de medida do Sistema Internacional. Com o progresso da ci ncia e com o aprimoramento dos m todos de medi o, torna-se necess rio revisar e aprimorar periodicamente as suas defini es. Quanto mais exatas forem as medi es, maior deve ser o cuidado para a realiza o das unidades de medida. Tabela 1 - As sete unidades de base do SIGrandeza Unidade, s mbolo : defini o da unidadecomprimentometro, m : O metro o comprimento do trajeto percorrido pela luz no v cuo durante um intervalo de tempo de 1/299 792 458 do , a velocidade da luz no v cuo, c0, exatamente igual a 299 792 458 , kg: O quilograma a unidade de massa, igual massa do prot tipo internacional do , a massa do prot tipo internacional do quilograma, m(К), exatamente igual a , s.
4 O segundo a dura o de 9 192 631 770 per odos da radia o correspondente transi o entre os dois n veis hiperfinos do estado fundamental do tomo de c sio , a freq ncia da transi o hiperfina do estado fundamental do tomo de c sio 133, (hfs Cs), exatamente igual a 9 192 631 770 el tricaampere, A: O ampere1 a intensidade de uma corrente el trica constante que, mantida em dois condutores paralelos, retil neos, de comprimento infinito, de se o circular desprez vel, e situados dist ncia de 1 metro entre si, no v cuo, produziria entre estes condutores uma for a igual a 2 10-7 newton por metro de , a constante magn tica, 0 , tamb m conhecida como permeabilidade do v cuo, exatamente igual a 4 10-7 termodin micakelvin, K.
5 O kelvin, unidade de temperatura termodin mica, a fra o 1/273,16 da temperatura termodin mica no ponto tr plice da , a temperatura do ponto tr plice da gua, Tpta, exatamente igual a 273,16 de subst nciamol, mol:1. O mol a quantidade de subst ncia de um sistema contendo tantas entidades elementares quantos tomos existem em 0,012 quilograma de carbono Quando se utiliza o mol, as entidades elementares devem ser especificadas, podendo ser tomos, mol culas, ons, el trons, assim como outras part culas, ou agrupamentos especificados dessas part , a massa molar do carbono 12, M(12C), exatamente igual a 12 luminosacandela, cd.
6 A candela a intensidade luminosa, numa dada dire o, de uma fonte que emite uma radia o monocrom tica de freq ncia 540 1012 hertz e cuja intensidade energ tica nessa dire o 1/683 watt por , a efic cia luminosa espectral, K, da radia o monocrom tica de freq ncia 540 1012 Hz exatamente igual a 683 sete grandezas de base, que correspondem s sete unidades de base, s o: comprimento, massa, tempo, corrente el trica, temperatura termodin mica, quantidade de subst ncia e intensidade luminosa. As grandezas de base e as unidades de base se encontram listadas, juntamente com seus s mbolos, na tabela Nota dos palavra ampere era grafada antigamente com o acento grave no primeiro e amp re.
7 Modernamente essa pr tica foi abandonada conforme explica Antonio Houaiss em seu Dicion rio. (HOUAISS, Ant nio; VILLAR, Mauro de Salles. Dicion rio Houaiss da L ngua Portuguesa. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Objetiva Ltda. 2001, p. 196)2 Tabela 2 - Grandezas de base e unidades de base do SIGrandeza de baseS mboloUnidade de baseS mbolocomprimentol, h, r, xmetrommassamquilogramakgtempo, dura otsegundoscorrente el tricaI, iampereAtemperatura termodin micaTkelvinKquantidade de subst ncianmolmolintensidade luminosaIvcandelacdTodas as outras grandezas s o descritas como grandezas derivadas e s o medidas utilizando unidades derivadas, que s o definidas como produtos de pot ncias de unidades de base.
8 Exemplos de grandezas derivadas e de unidades derivadas est o listadas na tabela 3 - Exemplos de grandezas derivadas e de suas unidadesGrandeza derivada S mboloUnidade derivadaS mbolo reaAmetro quadradom2volumeVmetro c bicom3velocidade metro por segundom/sacelera oametro por segundo ao quadradom/s2n mero de ondas inverso do metrom-1massa espec fica quilograma por metro c bicokg/m3densidade superficial Aquilograma por metro quadradokg/m2volume espec fico metro c bico por quilogramam3/kgdensidade de correntejampere por metro quadradoA/m2campo magn ticoHampere por metroA/mconcentra ocmol por metro c bicomol/m3concentra o de massa , quilograma por metro c bicokg/m3lumin nciaLvcandela por metro quadradocd/m2 ndice de refra onum1permeabilidade relativa rum1 Note que o ndice de refra o e a permeabilidade relativa s o exemplos de grandezas adimensionais, para as quais a unidade do SI o n mero um (1), embora esta unidade n o seja unidades derivadas recebem nome especial, sendo este simplesmente uma forma compacta de express o de combina es de unidades de base que s o usadas freq entemente.
9 3 Ent o, por exemplo, o joule, s mbolo J, por defini o, igual a m2 kg s-2. Existem atualmente 22 nomes especiais para unidades aprovados para uso no SI, que est o listados na tabela 4 - Unidades derivadas com nomes especiais no SIGrandeza derivadaNome da unidade derivadaS mbolo da unidadeExpress o em termos de outras unidadesangulo planoradianoradm/m = 1angulo s lidoesterradianosrm2/m2 = 1freq nciahertzHzs-1for anewtonNm kg s-2press o, tens opascalPaN/m2 = m-1 kg s-2energia, trabalho, quantidade de calorjouleJN m = m2 kg s-2pot ncia, fluxo de energiawattWJ/s = m2 kg s-3carga el trica.
10 Quantidade de eletricidadecoulombCs Adiferen a de potencial el tricovoltVW/A = m2 kg s-3 A-1capacit nciafaradFC/V = m-2 kg-1 s4 A2resist ncia el tricaohm V/A = m2 kg s-3 A-2condut ncia el tricasiemensSA/V = m-2 kg-1 s3 A2fluxo de indu o magn ticaweberWbV s = m2 kg s-2 A-1indu o magn ticateslaTWb/m2 = kg s-2 A-1indut nciahenryHWb/A = m2 kg s-2 A-2temperatura Celsiusgrau CelsiusoCKfluxo luminosolumenlmcd sr = cdilumin ncialuxlxlm/m2 = m-2 cdatividade de um radionucl diobecquerelBqs-1dose absorvida, energia espec fica (comunicada), kermagrayGyJ/kg = m2 s-2equivalente de dose, equivalente de dose ambientesievertSvJ/kg = m2 s-2atividade catal ticakatalkats-1 molEmbora o hertz e o becquerel sejam iguais ao inverso do segundo, o hertz usado somente para fen menos c clicos, e o becquerel, para processos estoc sticos no decaimento unidade de temperatura Celsius o grau Celsius, oC, que igual em magnitude ao kelvin, K, a unidade de temperatura termodin mica.