Transcription of seguranca do trabalho
1 seguran a do TrabalhoNeverton Hofstadler PeixotoSanta Maria - RS2011 RIO GRANDEDO SULINSTITUTOFEDERALP resid ncia da Rep blica Federativa do BrasilMinist rio da Educa oSecretaria de Educa o a Dist nciaFicha catalogr fica elaborada por Denise B. dos Santos CRB 10/1456 Biblioteca Central UFSMC oordenador InstitucionalPaulo Roberto Colusso/CTISMP rofessor-autorN verton Hofstadler Peixoto/CTISMC oordena o T cnicaIza Neuza Teixeira Bohrer/CTISMC oordena o de DesignErika Goellner/CTISMR evis o Pedag gica Andressa Rosem rie de Menezes Costa/CTISMF rancine Netto Martins Tadielo/CTISMM arcia Migliore Freo/CTISMR evis o TextualDaiane Siveris/CTISML ourdes Maria Grotto de Moura/CTISMVera da Silva Oliveira/CTISMR evis o T cnicaEduardo Lehnhart Vargas/CTISMD iagrama o e Ilustra oGustavo Schwendler/CTISML eandro Felipe Aguilar Freitas/CTISMMa ra Rodrigues/CTISMM arcel Santos Jacques/CTISMM uren Fernandes
2 Massia/CTISMR afael Cavalli Viapiana/CTISMR icardo Antunes Machado/CTISM Col gio T cnico Industrial de Santa MariaEste Material Did tico foi elaborado pelo Col gio T cnico Industrial de Santa Maria para o Sistema Escola T cnica Aberta do Brasil e-Tec o de Acompanhamento e Valida o - Col gio T cnico Industrial de Santa Maria/CTISMP379a Peixoto, Neverton t cnico em automa o industrial : seguran a do trabalho . 3. ed. Santa Maria : Universidade Federal de Santa Maria : Col gio T cnico Industrial de Santa Maria, p. : il. 1. Automa o industrial. 2. seguran a no trabalho . 3. Acidente de trabalho .
3 4. Riscos ambientais. 5. Normas regulamentadoras. 6. CIPA. 7. Preven o de inc ndios. 8. Equipamentos de prote o individual. 9. Primeiros socorros. I T tulo. CDU Brasil3 Apresenta o e-Tec BrasilPrezado estudante,Bem-vindo ao e-Tec Brasil!Voc faz parte de uma rede nacional p blica de ensino, a Escola T cnica Aberta do Brasil, institu da pelo Decreto n , de 12 de dezembro 2007, com o objetivo de democratizar o acesso ao ensino t cnico p blico, na modalidade a dist ncia. O programa resultado de uma parceria entre o Minist rio da Educa o, por meio das Secretarias de Educa o a Dist ncia (SEED) e de Edu-ca o Profissional e Tecnol gica (SETEC)
4 , as universidades e escolas t cnicas estaduais e educa o a dist ncia no nosso pa s, de dimens es continentais e grande diversidade regional e cultural, longe de distanciar, aproxima as pessoas ao garantir acesso educa o de qualidade, e promover o fortalecimento da forma o de jovens moradores de regi es distantes dos grandes centros geograficamente ou e-Tec Brasil leva os cursos t cnicos a locais distantes das institui es de ensino e para a periferia das grandes cidades, incentivando os jovens a concluir o ensino m dio. Os cursos s o ofertados pelas institui es p blicas de ensino e o atendimento ao estudante realizado em escolas-polo integrantes das redes p blicas municipais e Minist rio da Educa o, as institui es p blicas de ensino t cnico, seus servidores t cnicos e professores acreditam que uma educa o profissional qualificada integradora do ensino m dio e educa o t cnica, capaz de promover o cidad o com capacidades para produzir, mas tamb m com auto-nomia diante das diferentes dimens es da realidade: cultural, social, familiar, esportiva, pol tica e s acreditamos em voc !
5 Desejamos sucesso na sua forma o profissional!Minist rio da Educa oJaneiro de 2010 Nosso Brasil5 Indica o de conesOs cones s o elementos gr ficos utilizados para ampliar as formas de linguagem e facilitar a organiza o e a leitura o: indica pontos de maior relev ncia no mais: oferece novas informa es que enriquecem o assunto ou curiosidades e not cias recentes relacionadas ao tema rio: indica a defini o de um termo, palavra ou express o utilizada no dias integradas: sempre que se desejar que os estudantes desenvolvam atividades empregando diferentes m dias: v deos, filmes, jornais, ambiente AVEA e de aprendizagem.
6 Apresenta atividades em diferentes n veis de aprendizagem para que o estudante possa realiz -las e conferir o seu dom nio do tema estudado. e-Tec Brasil7 Sum rioPalavra do professor-autor 9 Apresenta o da disciplina 11 Projeto instrucional 13 aula 1 Defini es b sicas e legisla es seguran a do trabalho SESMT e CIPA Acidente de trabalho Divis o do acidente de trabalho Incidente Consequ ncias dos acidentes Defini es b sicas Comunica o de acidente de trabalho Causas de acidentes do trabalho Estat sticas de acidentes 21 aula 2 Normas Regulamentadoras Normas Regulamentadoras NR 29 aula 3 Riscos ambientais e a legisla o Higiene do trabalho Riscos ambientais Fatores geradores de acidentes no trabalho Legisla o 48 aula 4 Mapa de riscos ambientais Inspe o de
7 seguran a Mapa de riscos 56 aula 5 Comiss o Interna de Preven o de Acidentes CIPA 63 Mec nica dos Flu dose-Tec Brasil8 aula 6 Preven o e combate a inc ndios T cnicas de preven o e combate ao princ pio de inc ndio Quadro resumo de tipo de extintores 77 aula 7 Equipamentos de prote o individual e coletiva Equipamentos de prote o Classifica o dos EPI 83 aula 8 Sinaliza o de seguran a Cor na seguran a do trabalho Palavras de advert ncia 98 Sinaliza o 98 aula 9 Primeiros socorros Primeiros socorros ou socorro b sico de urg ncia Ferimentos Queimaduras Hemorragia Les es de ossos, articula es e m sculos Desmaio Estado de choque Choque el trico Corpo estranho nos olhos e ouvidos Convuls o Parada card aca e respirat ria Afogamento Les es na coluna Transporte de acidentados Insola o Interma o Envenenamento e intoxica o Animais pe onhentos e mordedura por animais 123 Refer ncias 127 Curr culo do professor-autor 128e-Tec Brasil9 Palavra do professor-autorNo mundo moderno e competitivo, as rela es entre empresas e colaboradores deixaram de ser consideradas simplesmente rela es de trabalho e passaram a ter um enfoque mais amplo, implicando uma gest o total.
8 Isto n o s envolve compromissos financeiros, mas qualidade de vida e de trabalho , passando, tamb m, pela promo o da qualidade global que abrange a es sistem ticas na preserva o do homem, do ambiente, da comunidade e da empresas que convivem, despreocupadamente, com passivos ocupacionais decorrentes de acidentes de trabalho e que ainda consideram a quest o da seguran a e Sa de Ocupacional como mero imperativo legal, n o sobreviver o aos novos tempos. A produtividade e a competitividade for am as empresas a superarem o paradigma tecnol gico, obrigando-as a buscar novas tecnologias e incremento nas rea de Sa de e seguran a Ocupacional, nas empresas modernas, est sendo considerada estrat gica na a o de crescimento e desenvolvimento.
9 Est totalmente integrada aos processos e m todos de trabalho , na busca da competitividade, qualidade e melhoria das condi es de vida dos trabalhado-res, por atuar, n o apenas, na adequa o de m todos e processos, mas na cria o de uma cultura Brasil, nos ltimos anos, programou a es que permitiram melhorar o cen rio estat stico no que se refere aos acidentes do trabalho e suas consequ- ncias danosas que afetam todos os envolvidos no mundo do trabalho . Essas a es envolveram aspectos n o s de legisla o e fiscaliza o, mas tamb m da implanta o de preceitos e valores prevencionistas, com a colabora o de profissionais capacitados e habilitados da rea de Sa de e seguran a Ocupacional.
10 O desafio continua o de superar preceitos e paradigmas antigos, estimulando as empresas e trabalhadores a perceberem a import ncia do estabelecimento de a es preventivas, n o s por obrigatoriedade legal, mas como um com-promisso insubstitu vel com a qualidade de vida, com a produtividade, com o lucro e com a sobreviv nica dos Flu dose-Tec Brasil10O objetivo geral dessa disciplina oportunizar aprendizagens necess rias para a forma o de profissionais que promovam, ap s an lise, o planejamento e o controle de a es de educa o preventiva, buscando a implanta o de a es que visem preserva o da integridade f sica e seguran a nas atividades ocupacionais, atrav s da utiliza o de tecnologias, m todos e habilidades espec ficas.