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NBR 6158 Sistema de tolerâncias e ajustes

C pia n o autorizada JUN 1995 NBR 6158. Sistema de toler ncias e ajustes ABNT-Associa o Brasileira de Normas T cnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28 andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680. Rio de Janeiro - RJ. Tel.: PABX (021) 210 -3122. Telex: (021) 34333 ABNT - BR. Endere o Telegr fico: NORMAT CNICA. Procedimento Origem: Projeto NBR 6158/1994. CB-04 - Comit Brasileiro de M quinas e Equipamentos Mec nicos CE-04 - Comiss o de Estudo de Toler ncias e ajustes NBR 6158 - System of limits and fits - Procedure Descriptors: Tolerance. Fit Esta Norma substitui a NB-86/1961 (NBR 6158). Copyright 1995 , Esta Norma foi baseada na ISO/DIS 286-1 e ISO/DIS 286-2. ABNT Associa o Brasileira de Normas T cnicas V lida a partir de Printed in Brazil/. Impresso no Brasil Palavras-chave: Toler ncia. Ajuste 79 p ginas Todos os direitos reservados SUM RIO NBR 6409 - Toler ncias de forma e toler ncias de po- 1 Objetivo si o - Procedimento 2 Documentos complementares 3 Defini es ISO 1938 - Inspection of plain workpieces: 4 Condi es espec ficas ANEXO - Sele o de classes de toler ncias para uso geral Part 1 - Terms, definitions and general Gloss rio principles.

2 NBR 6158/1995 3.3.3.1 Dimensão máxima A maior dimensão admissível de um elemento (ver Fi-gura 1). 3.3.3.2 Dimensão mínima A menor dimensão admissível de um elemento (ver Fi-gura 1). 3.4 Elemento Parte em observação de uma peça. 3.5 Linha zero Linha reta que representa a dimensão nominal e serve de

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1 C pia n o autorizada JUN 1995 NBR 6158. Sistema de toler ncias e ajustes ABNT-Associa o Brasileira de Normas T cnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28 andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680. Rio de Janeiro - RJ. Tel.: PABX (021) 210 -3122. Telex: (021) 34333 ABNT - BR. Endere o Telegr fico: NORMAT CNICA. Procedimento Origem: Projeto NBR 6158/1994. CB-04 - Comit Brasileiro de M quinas e Equipamentos Mec nicos CE-04 - Comiss o de Estudo de Toler ncias e ajustes NBR 6158 - System of limits and fits - Procedure Descriptors: Tolerance. Fit Esta Norma substitui a NB-86/1961 (NBR 6158). Copyright 1995 , Esta Norma foi baseada na ISO/DIS 286-1 e ISO/DIS 286-2. ABNT Associa o Brasileira de Normas T cnicas V lida a partir de Printed in Brazil/. Impresso no Brasil Palavras-chave: Toler ncia. Ajuste 79 p ginas Todos os direitos reservados SUM RIO NBR 6409 - Toler ncias de forma e toler ncias de po- 1 Objetivo si o - Procedimento 2 Documentos complementares 3 Defini es ISO 1938 - Inspection of plain workpieces: 4 Condi es espec ficas ANEXO - Sele o de classes de toler ncias para uso geral Part 1 - Terms, definitions and general Gloss rio principles.

2 1 Objetivo Part 2 - Plain limit gauges;. Esta Norma fixa o conjunto de princ pios, regras e ta- belas que se aplicam tecnologia mec nica, a fim de per- Part 3 - Limit indicating gauges;. mitir escolha racional de toler ncias e ajustes , visando a fabrica o de pe as intercambi veis. Part 4 - Inspection by measurement. O campo de aplica o desta Norma abrange dimen- ISO 8015 - Technical drawings - Fundamental s es nominais de at 3150 mm de pe as intercambi veis. tolerancing principle Esta Norma, embora preparada para utiliza o em pe as cil ndricas, aplica-se a outras formas, visto que os termos 3 Defini es "furo" e "eixo" nela empregados t m significados conven- cionais. Em particular, o termo "furo" ou "eixo" pode referir- se a uma dimens o interna ou externa de duas faces pa- Para os efeitos desta Norma s o adotadas as defini es de ralelas ou planos tangentes de qualquer pe a, como a lar- a gura de um rasgo ou a espessura de uma chaveta.

3 O sis- tema prescrito nesta Norma tamb m estabelece ajustes Eixo entre elementos cil ndricos conjugados e ajustes entre pe as que tenham elementos com faces paralelas. Termo convencional utilizado para descrever uma ca- racter stica externa de uma pe a, incluindo tamb m 2 Documentos complementares elementos n o cil ndricos (ver ). Na aplica o desta Norma necess rio consultar: Eixo-base NBR 6165 - Temperatura de refer ncia para medi es industriais de dimens es lineares - Padroniza o Eixo cujo afastamento superior zero (ver ). C pia n o autorizada 2 NBR 6158/ 1995 . Furo Dimens o m xima Termo convencional utilizado para descrever uma caracte- A maior dimens o admiss vel de um elemento (ver Fi- r stica interna de uma pe a, incluindo tamb m elementos gura 1). n o cil ndricos (ver ). Dimens o m nima Furo-base A menor dimens o admiss vel de um elemento (ver Fi- Furo cujo afastamento inferior zero (ver ).)

4 Gura 1). Dimens o Elemento N mero que expressa em uma unidade particular o valor num rico de uma dimens o linear. Parte em observa o de uma pe a. Dimens o nominal Linha zero Dimens o a partir da qual s o derivadas as dimens es li- Linha reta que representa a dimens o nominal e serve de mites pela aplica o dos afastamentos superior e inferior origem aos afastamentos em uma representa o gr fica (ver Figura 1). de toler ncias e ajustes (ver Figura 1). Dimens o efetiva Nota: De acordo com a conven o, a linha zero desenhada ho- rizontalmente, com afastamentos positivos mostrados aci- Dimens o de um elemento obtido pela medi o. ma e afastamentos negativos abaixo (ver Figura 2). Dimens o efetiva local Afastamentos fundamentais Qualquer dist ncia individual em uma se o transversal da Diferen a alg brica entre uma dimens o (dimens o efetiva, pe a, isto , qualquer dimens o medida entre dois pontos dimens o limite, etc.

5 E a correspondente dimens o nomi- opostos quaisquer. nal ( ver Figura 2). Dimens o limite Nota: Os afastamentos s o designados por letras mai sculas para furos ( ) e por letras min sculas para eixos ( ). As duas dimens es extremas permiss veis para um ele- Para evitar confus o, as seguintes letras n o s o usadas: I, mento, entre as quais a dimens o efetiva deve estar. i; L, l; Q, q; W, w (ver Figuras 3 e 4). Figura 1 - Dimens o nominal e dimens es m xima e m nima C pia n o autorizada NBR 6158/ 1995 3. Figura 2 - Representa o convencional de um campo de toler ncia Figura 3 - Representa o esquem tica das posi es dos afastamentos fundamentais C pia n o autorizada 4 NBR 6158/ 1995 . Nota: TE - ES = EI + IT ou a) FUROS. EI = ES - IT. Nota: ei = es - IT ou es = ei + IT b) EIXOS. Figura 4 - Afastamentos para eixos e furos Afastamento superior (ES, es) Toler ncia-padr o (IT). Diferen a alg brica entre a dimens o m xima e a corres- Qualquer toler ncia pertencente a este Sistema .

6 Pondente dimens o nominal (ver Figura 2). As letras ES . s o designadas para afastamentos em furos e as letras Nota: As letras do s mbolo IT significam International Tolerance. es para afastamentos em eixos. Graus de toler ncia-padr o (IT). Afastamento inferior (EI, ei). Diferen a alg brica entre a dimens o m nima e a corres- Grupo de toler ncia considerado como correspondente ao pondente dimens o nominal (ver Figura 2). As letras EI mesmo n vel de precis o para todas as dimens es nomi- s o designadas para afastamentos em furos e as letras ei nais. Os graus de toler ncia-padr o s o designados pelas para afastamentos em eixos. letras IT e por um n mero (por exemplo: IT7). Quando o grau de toler ncia associado a um afastamento funda- Afastamento fundamental mental para formar uma classe de toler ncia, as letras IT. s o omitidas (por exemplo: h7). Afastamento que define a posi o do campo de toler ncia em rela o linha zero, podendo ser o superior ou o inferior.

7 Nota: O Sistema prev um total de 20 graus de toler ncia-padr o, dos quais os graus IT1 a IT18 s o de uso geral. Os graus Nota: Este afastamento pode ser tanto o afastamento superior IT0 e IT01 n o s o de uso geral e s o dados para fins de como o inferior, mas, por conven o, aquele mais pr ximo informa o. da linha zero. Campos de toler ncia Toler ncia Diferen a entre dimens o m xima e a dimens o m nima, Em uma representa o gr fica de toler ncias, o campo ou seja, diferen a entre o afastamento superior e o afas- compreendido entre duas linhas, representando as dimen- tamento inferior. s es m xima e m nima, definido pela magnitude da to- ler ncia e sua posi o relativa em rela o linha zero (ver Nota: A toler ncia um valor absoluto, sem sinal. Figura 2). C pia n o autorizada NBR 6158/ 1995 5. Classe de toler ncia Folga m nima Combina o de letras representando o afastamento funda- Diferen a positiva entre a dimens o m nima do furo e a di- mental, seguida por um n mero representando o grau de mens o m xima do eixo.

8 Toler ncia padr o. Folga m xima Exemplo: H7 (furos);. h7 (eixos). Diferen a positiva entre a dimens o m xima do furo e a di- Fator de toler ncia-padr o (I, i) mens o m nima do eixo. Fator que uma fun o da dimens o nominal e que usa- Interfer ncia do como base para a determina o da toler ncia-padr o do Sistema . Diferen a negativa entre as dimens es do furo e do eixo, antes da montagem, quando o di metro do eixo maior que Notas: a) O fator de toler ncia-padr o i aplicado para dimen- s o nominal menor que 500 mm. o di metro do furo (ver Figura 6). b) O fator de toler ncia-padr o I aplicado para dimen- Interfer ncia m nima s o nominal maior que 500 mm. Diferen a negativa entre a dimens o m xima do furo e a Folga dimens o m nima do eixo. Diferen a positiva entre as dimens es do furo e do eixo, antes da montagem, quando o di metro do eixo menor Interfer ncia m xima que o di metro do furo (ver Figura 5).

9 Diferen a negativa entre a dimens o m nima do furo e a dimens o m xima do eixo. Ajuste Rela o resultante da diferen a, antes da montagem, en- tre as dimens es dos dois elementos a serem montados. Nota: Os dois elementos em um ajuste t m em comum a dimens o nominal. Ajuste com folga Ajuste no qual sempre ocorre uma folga entre o furo e o eixo quando montados, isto , a dimens o m nima do furo . sempre maior ou, em caso extremo, igual dimens o m xi- Figura 5 - Folga ma do eixo (ver Figuras 7 e 8). Figura 6 - Interfer ncia C pia n o autorizada 6 NBR 6158/ 1995 . Figura 10 - Representa o esquem tica de ajuste com interfer ncia Ajuste incerto Ajuste no qual pode ocorrer uma folga ou uma interfer ncia Figura 7 - Ajuste com folga entre o furo e o eixo quando montados, dependendo das dimens es efetivas do furo e do eixo, isto , os campos de toler ncia do furo e do eixo se sobrep em parcialmente ou totalmente (ver Figuras 11 e 12).

10 Figura 8 - Representa o esquem tica de ajuste com folga Ajuste com interfer ncia Ajuste no qual ocorre uma interfer ncia entre o furo e o eixo quando montados, isto , a dimens o m xima do furo . sempre menor ou, em caso extremo, igual dimens o m - nima do eixo (ver Figuras 9 e 10). Figura 11 - Ajuste incerto Figura 12 - Representa o esquem tica de ajuste incerto Varia o de um ajuste Soma aritm tica das toler ncias dos dois elementos con- tendo o ajuste. Figura 9 - Ajuste com interfer ncia Nota: A varia o de um ajuste o valor absoluto sem sinal. C pia n o autorizada NBR 6158/ 1995 7. Sistema de ajustes b) dimens o m xima (superior) para um elemento in- terno (furo). Sistema compreendendo eixos e furos pertencentes a um Sistema de toler ncias. Nota: Anteriormente chamado Limite N O PASSA . Sistema de ajustes eixo-base Sistema de ajustes no qual as folgas ou interfer ncias exi- gidas s o obtidas pela associa o de furos de v rias clas- ses de toler ncias com eixos de uma nica classe de to- ler ncias.