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Caderno de Apoio 1.º Ciclo - dge.mec.pt

METAS CURRICULARES DO ENSINO B SICO MATEM TICA Caderno de Apoio 1. Ciclo Ant nio Bivar, Carlos Grosso, Filipe Oliveira, Maria Clementina Tim teo Caderno de Apoio Introdu o P gina 1 INTRODU O Este Caderno de Apoio , organizado por ciclos de escolaridade, constitui um complemento ao documento Metas Curriculares de Matem tica do Ensino B sico. Na elabora o das Metas Curriculares utilizou-se um formato preciso e sucinto, n o tendo sido inclu dos exemplos ilustrativos dos descritores. Neste documento apresentam-se v rias sugest es de exerc cios, problemas e atividades, alguns com propostas de resolu o, esclarecimentos relativos a algumas op es tomadas no documento principal e informa es complementares para os professores.

Caderno de Apoio – NO1 Página 3 Exemplo Usando setas, representa uma correspondência um a um entre os elementos do conjunto A e os elementos do conjunto B para verificares se têm o memo número de

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1 METAS CURRICULARES DO ENSINO B SICO MATEM TICA Caderno de Apoio 1. Ciclo Ant nio Bivar, Carlos Grosso, Filipe Oliveira, Maria Clementina Tim teo Caderno de Apoio Introdu o P gina 1 INTRODU O Este Caderno de Apoio , organizado por ciclos de escolaridade, constitui um complemento ao documento Metas Curriculares de Matem tica do Ensino B sico. Na elabora o das Metas Curriculares utilizou-se um formato preciso e sucinto, n o tendo sido inclu dos exemplos ilustrativos dos descritores. Neste documento apresentam-se v rias sugest es de exerc cios, problemas e atividades, alguns com propostas de resolu o, esclarecimentos relativos a algumas op es tomadas no documento principal e informa es complementares para os professores.

2 Procurou-se real ar os descritores que se relacionam com conte dos e capacidades atualmente menos trabalhados no Ensino B sico embora se tenham inclu do tamb m outros de modo a dar uma coer ncia global s abordagens propostas. Estas escolhas n o significam, por m, que se considerem menos relevantes os descritores n o contemplados. Longe de se tratar de uma lista de tarefas a cumprir, as atividades propostas t m um car ter indicativo, podendo os professores optar por alternativas que conduzam igualmente ao cumprimento dos objetivos espec ficos estabelecidos nas metas. Aos exemplos apresentados est o associados tr s n veis de desempenho.

3 Os que n o se encontram assinalados com asteriscos correspondem a um n vel de desempenho regular, identificando-se com um ou dois asteriscos os exemplos que correspondem a n veis de desempenho progressivamente mais avan ados. Para al m das sugest es de exerc cios e problemas a propor aos alunos entendeu-se incluir tamb m textos de Apoio para os professores. Destinam-se a esclarecer quest es de ndole cient fica que fundamentam os conte dos destes n veis de escolaridade e que poder o ajudar sele o das metodologias mais adequadas leciona o. Tanto no 2. como no 3. Ciclo , relativamente ao dom nio Geometria e Medida, reuniram-se estes textos num anexo designado por Texto Complementar de Geometria.

4 Nas Metas Curriculares, no dom nio da Geometria e Medida, foi privilegiada uma nota o tradicional do Ensino B sico e Secund rio portugu s e que os alunos devem conhecer. Contudo, poder o ser utilizadas outras nota es em alternativa, desde que devidamente clarificadas e coerentes. Caderno de Apoio NO1 P gina 2 1. ANO N meros e Opera es NO1 Descritor Texto de Apoio Para se verificar se dois conjuntos t m o mesmo n mero de elementos ou qual dos dois mais numeroso n o necess rio utilizar os n meros, podendo mesmo ignorar-se ainda os termos que os designam e o sistema decimal que preside respetiva constru o.

5 Basta, para o efeito, utilizar correspond ncias um a um entre os elementos dos dois conjuntos: t m o mesmo n mero de elementos se for poss vel estabelecer as correspond ncias por forma a n o sobrarem elementos sem correspond ncia em nenhum dos conjuntos ao passo que se existir uma correspond ncia um a um de modo que sobre um ou mais elementos em apenas um deles, ser esse o conjunto mais numeroso. Podem realizar-se diversas atividades com conjuntos de objetos de uso corrente comparando-os, quanto ao n mero de elementos, por associa o um a um dos elementos de um e do outro conjunto. Pode depois usar-se um conjunto padr o constitu do por objetos da mesma natureza (um saco de berlindes, os dedos de duas m os, por exemplo) para o comparar com diversas outras cole es, concluindo-se se o n mero de objetos dessas cole es maior, menor ou igual ao n mero de objetos do conjunto padr o.

6 A utiliza o destes conjuntos de refer ncia pode constituir uma fase interm dia entre as simples correspond ncias um a um entre quaisquer conjuntos e o uso da sequ ncia dos numerais do sistema decimal. Para al m de objetos da vida corrente, podem tamb m usar-se exemplos gr ficos como os abaixo indicados. Nesse caso podem assinalar-se as correspond ncias um a um tra ando setas a ligar os elementos correspondentes. Exemplo Usando setas, representa uma correspond ncia um a um entre os elementos do conjunto de bolas e os elementos do conjunto de caixas para depois concluires qual destes conjuntos mais numeroso. Conjunto de caixas Conjunto de bolas Caderno de Apoio NO1 P gina 3 Exemplo Usando setas, representa uma correspond ncia um a um entre os elementos do conjunto A e os elementos do conjunto B para verificares se t m o memo n mero de elementos.

7 Conjunto A Conjunto B R.: Conjunto A Conjunto B O conjunto A tem o mesmo n mero de elementos que o conjunto B porque, fazendo uma correspond ncia um a um, n o ficam elementos sem correspond ncia em nenhum dos conjuntos. Exemplo Quantas unidades, para al m da dezena, tem o n mero quinze? R.: O n mero quinze, para al m da dezena, tem 5 unidades. a e i o u p t b d m dezenas unidades 1 5 Uma dezena quinze a e i o u p t b d m Caderno de Apoio NO1 P gina 4 Exemplo Diz quais das seguintes afirma es s o verdadeiras.

8 O aluno deve saber adicionar dois naturais cuja soma seja inferior a 100. natural que as primeiras abordagens sejam feitas com n meros em que a soma das respetivas unidades seja inferior a uma dezena, progredindo para os casos em que seja necess rio compor 10 unidades numa dezena e efetuar o transporte para a ordem das dezenas. Exemplo (adi o sem transporte) Calcula a soma de 63 com 24. R.: 3 + 4 = 7 6 + 2 = 8 63 + 24 = 87 Este exemplo diz respeito a uma adi o em que n o necess rio efetuar a composi o de dez unidades numa dezena.

9 Exemplo* (adi o com transporte) Calcula a soma de 28 com 35. R.: Sempre que a soma das unidades das parcelas for um n mero superior a nove, necess rio compor dez unidades numa dezena e efetuar o respetivo transporte. 63 + 24 87 dezenas unidades 8 7 + = dezenas unidades 6 3 + = Caderno de Apoio NO1 P gina 5 unidades: 8 + 5 = 13 Destas 13 unidades, 10 s o compostas numa dezena, ficando apenas 3 unidades. dezenas: 2 + 3 = 5 s 5 dezenas acrescenta-se a dezena que resultou da composi o das 10 unidades. dezenas: 5 + 1 = 6 Assim, 28 + 35 = 63 Poder dizer-se: 5 mais 8 s o 13. Ficam 3 unidades e sobra 1 dezena.

10 3 mais 2 s o 5, mais a dezena que sobrou, s o 6. Exemplo (juntar) Dois amigos v o jogar ao berlinde. O Jo o trouxe 13 berlindes e o Bernardo 18. Quantos berlindes trouxeram ao todo os dois amigos? Exemplo (acrescentar) A Joana comprou um pacote com 15 rebu ados. Na escola, as amigas deram-lhe mais 8. Com quantos rebu ados ficou a Joana? Exemplo Qual a diferen a entre 12 e 7? R.: aditivo: 12 subtrativo: 7 diferen a: ? 12 7 = ? A diferen a obt m-se completando a igualdade 7 + ? = 12 Ou seja, 12 menos 7 igual a 5 porque 7 mais 5 igual a 12. Se 7 + 5 = 12 ent o 12 7 = 5 Devem dar-se exemplos em que seja mais vantajoso efetuar contagens progressivas e outros em que seja prefer vel utilizar contagens regressivas.


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