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100 Logística - silabo.pt

Jos Crespo de Carvalho (Coordenador). 100 100. O livro que agora se apresenta em segunda edi o resulta de um 95 95. esfor o not vel de congrega o da comunidade acad mica na rea Log stica 75. log stica a trabalhar em Portugal. Reunindo o contributo de um 75. conjunto de autores de v rias universidades elevam a fasquia da bibli- ografia dispon vel em l ngua portuguesa nesta rea do saber. Infor- Log stica Gest o da Cadeia de Abastecimento 25 25. ma o partilhada, entre-ajuda, esp rito de equipa e forte sentido de 5 5. colabora o entre pessoas com experi ncias diferentes e com vis es 0. diferentes e pertencentes a universidades diferentes resultam numa 0. obra que importa e serve todos os agentes do universo da log stica.

É expressamente proibido reproduzir, no todo ou em parte, sob qualquer forma ou meio, NOMEADAMENTE FOTOCÓPIA, esta obra.As transgressões serão passíveis das penalizações previstas na legislação em vigor.

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1 Jos Crespo de Carvalho (Coordenador). 100 100. O livro que agora se apresenta em segunda edi o resulta de um 95 95. esfor o not vel de congrega o da comunidade acad mica na rea Log stica 75. log stica a trabalhar em Portugal. Reunindo o contributo de um 75. conjunto de autores de v rias universidades elevam a fasquia da bibli- ografia dispon vel em l ngua portuguesa nesta rea do saber. Infor- Log stica Gest o da Cadeia de Abastecimento 25 25. ma o partilhada, entre-ajuda, esp rito de equipa e forte sentido de 5 5. colabora o entre pessoas com experi ncias diferentes e com vis es 0. diferentes e pertencentes a universidades diferentes resultam numa 0. obra que importa e serve todos os agentes do universo da log stica.

2 As tem ticas abordadas v o desde perspectivas empresariais, mais micro, s vertentes mais macro e englobam conhecimento de log stica, gest o log stica e gest o da cadeia de abastecimento, quer de forma agregada quer nas suas v rias perspectivas: transporte, armazenagem, e Gest o layout, planeamento, previs o de vendas e decis o, compras, distribui- da Cadeia de Abastecimento o, com rcio electr nico, servi os, portos e infra-estruturas macro, liga es entre marketing e log stica, sistemas de informa o e susten- tabilidade, respectivamente, nas e das cadeias de abastecimento. Para Alcib ades Paulo Guedes Jo o C. Rosmaninho de Menezes ilustrar a teoria, inclui alguns casos e exemplos que permitem a apli- Am lcar Jos Martins Arantes Jos Crespo de Carvalho ca o pr tica dos conceitos.

3 Ana L cia Martins Lu s Miguel Domingos Fernandes Ferreira Ana Paula Barbosa P voa Maria do Sameiro Carvalho e Uma obra ampla que re ne bom e actualizado conhecimento Cristina Alves Lu s Rui Carvalho Oliveira Eurico Brilhante Dias Susana Garrido Azevedo tornando-a uma refer ncia incontorn vel para todos os estudantes e Jo o Carlos Quaresma Dias T nia Ramos profissionais da log stica: alunos de licenciaturas, mestrados ou douto- ramentos, de gestores log sticos a gestores da cadeia de abasteci- mento, de decisores nas reas da log stica a empres rios. 2 Edi o As remunera es dos autores resultantes das vendas desta obra revertem a favor da CASA DO GAIATO, SET BAL. 100 100. 95 95.

4 240. Log stica ISBN 978-972-618-894-0. 9 789726 188940. 75 75. Patroc nio: 25. 5. e Gest o 25. 5. 0 da Cadeia de Abastecimento 0. EDI ES S LABO. ASSOCIA O PORTUGUESA DE OPERADORES LOG STICOS APOL. A Associa o Portuguesa de Operadores Log sticos APOL uma asso- cia o empresarial criada em Janeiro de 2009, que congrega no seu seio cerca de duas dezenas e meia das principais empresas de presta o de Servi os de Log stica em Portugal. Os operadores log sticos, em Portugal constituem um sector econ mico em expans o, em termos tecnol gicos, em volume de neg cios e em n mero e qualifica o de colaboradores, sendo um dever da APOL con- tribuir para o seu desenvolvimento sustentado e socialmente respons vel, atrav s do refor o da sua compet ncia, da sua cria o de valor e do incremento da respectiva competitividade.

5 Somos, por isso, um sector econ mico profundamente empenhado na qualifica o dos seus quadros e na melhoria cont nua da qualidade dos servi os prestados cadeia de abastecimento, objectivos que t m deter- minado as op es estrat gicas, bem como os projectos em que a APOL. se envolve. A cria o do primeiro C digo de Boas Pr ticas em Log stica em Portugal, o estabelecimento de parcerias com institui es de ensino e de forma o profissional, a permanente aten o e divulga o da regula o legal da actividade log stica, juntamente com a constru o de s lidas rela es ins- titucionais com o Estado Portugu s e com a Uni o Europeia marcaram o in cio do percurso da APOL. Acreditamos que somente uma cultura de melhoria constante e de perma- nente exig ncia nas nossas opera es nos permitir ultrapassar de forma adequada os desafios que enfrentamos, quer no mercado interno, quer na exporta o dos nossos pr prios servi os, quer ainda no crescente apoio s exporta es de produtos portugueses.

6 Por essa raz o que a APOL entendeu aliar-se edi o desta obra dedi- cada Log stica, que ser uma refer ncia no ensino e forma o de pro- fissionais, fruto que do labor dos mais reputados especialistas e investi- gadores nacionais. Pretende-se, deste modo, dotar o sistema de ensino, as pr prias empre- sas e o mercado em geral de um manual que efectua uma an lise abran- gente e aprofundada do actual estado da arte da cadeia de abasteci- mento, n o deixando de apontar as tend ncias que j hoje assinalam o seu futuro. Trata-se de um instrumento de apoio fulcral aos processos de ensino e de forma o no sector, que potencia criticamente a competitividade dos ope- radores log sticos et pour cause o seu sucesso num mercado global e em permanente evolu o.

7 O manual Log stica e Gest o da Cadeia de Abastecimento promove a partilha de conhecimento e o seu efeito multiplicador das capacidades e da intelig ncia dos v rios intervenientes na cadeia de abastecimento, raz es porque n o podia deixar de contar com o Patroc nio da APOL, apostada que est em dotar os Operadores Log sticos dos melhores meios para que prestem o melhor servi o economia nacional. Carla Fernandes Presidente Log stica e Gest o da Cadeia de Abastecimento Coordenador: JOS CRESPO DE CARVALHO. Autores: ALCIB ADES PAULO GUEDES. AM LCAR JOS MARTINS ARANTES. ANA L CIA MARTINS. ANA PAULA BARBOSA P VOA. CRISTINA ALVES LU S. EURICO BRILHANTE DIAS. JO O CARLOS QUARESMA DIAS.

8 JO O C. ROSMANINHO DE MENEZES. JOS CRESPO DE CARVALHO. LU S MIGUEL DOMINGUES FERNANDES FERREIRA. MARIA DO SAMEIRO CARVALHO. RUI CARVALHO OLIVEIRA. SUSANA GARRIDO AZEVEDO. T NIA RAMOS. EDI ES S LABO. expressamente proibido reproduzir, no todo ou em parte, sob qualquer forma ou meio, NOMEADAMENTE FOTOC PIA, esta obra. As transgress es ser o pass veis das penaliza es previstas na legisla o em vigor. Visite a S labo na rede Editor: Manuel Robalo FICHA T CNICA. T tulo: Log stica e Gest o da Cadeia de Abastecimento Autores: V rios Edi es S labo, Lda. Capa: Pedro Mota Fotografia da capa: Bimarto Sasri | 1 Edi o, Lisboa Outubro de 2010. 2 Edi o, Lisboa Maio de 2017. Impress o e acabamentos: Cafilesa Solu es Gr ficas, Lda.

9 Dep sito Legal: 426688/17. ISBN: 978-972-618-894-0. EDI ES S LABO, LDA. R. Cidade de Manchester, 2. 1170-100 Lisboa Telf.: 218130345. Fax: 218166719. e-mail: ndice Introdu o 17. Cap tulo 1. Log stica e Gest o Log stica 1. Introdu o 23. 2. Log stica e Gest o Log stica 24. 3. Dimens es da Log stica e da Gest o Log stica 29. 4. Caracter sticas intr nsecas da Log stica ou da Gest o Log stica 32. 5. Log stica: back to basics 38. Argumentos do Sistema Log stico 38. O que se espera de um Sistema Log stico 42. 6. Teoria de custos de transac o e teoria de redes 45. 7. Atributos Log sticos de forma, de tempo, de lugar, de quantidade e de posse 48. 8. Actividades Log sticas 50. 9.

10 Abrang ncia das actividades Log sticas 51. 10. Log stica e competitividade. A Cadeia de Valor e a cria o de Valor Log stico 56. 12. O ciclo Log stico completo ou um racional para o ciclo Log stico 59. CASO DE ESTUDO Horizonte Alimentar 62. Cap tulo 2. Gest o da Cadeia de Abastecimento 1. Introdu o 67. 2. Defini o de Gest o da Cadeia de Abastecimento 68. 3. Modelos de gest o relacional/colaborativa 70. Introdu o 70. Conceitos/t cnicas de colabora o vertical 72. A experi ncia 77. Em que casos se deve aplicar a colabora o? 79. Integra o informacional e facilitadores tecnol gicos 82. 4. Planeamento (t ctico) da Cadeia de Abastecimento 83. 5. Configura o (estrutural) da Cadeia de Abastecimento 85.


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