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BULLDOCK 125 SC - ADAPAR

BULLDOCK 125 SC. VERIFICAR RESTRI ES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROT XICOS DO. ESTADO DO PARAN . Registrado no Minist rio da Agricultura, Pecu ria e Abastecimento/MAPA sob n 01192. COMPOSI O: Reaction mixture of 2 enantiomeric pairs: pair I (S)-a-cyano-4-fluoro-3-phenoxybenzyl(1R) -cis-3-(2,2-dichlorovinyl)-2,2- dimethylcyclopropanecarboxylate and the corresponding (R) (1S)-cis- isomer; pair II (S) (1R)-trans- and (R) (1S)-trans-isomers, in the ratio 1:2. (BETA-CIFLUTRINA) .. 125 g/L (12,5 % m/v). Outros Ingredientes .. 935 g/L (93,5 % m/v). GRUPO 3A INSETICIDA. CLASSE: Inseticida de contato e ingest o do grupo qu mico dos piretroides. TIPO DE FORMULA O: Suspens o Concentrada (SC). TITULAR DO REGISTRO (*): Bayer - Rua Domingos Jorge, - CEP: 04779-900 - S o Paulo/SP - CNPJ: 15 - Registrada na Secretaria da Agricultura do Estado de S o Paulo sob n 663. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO. FABRICANTE DO PRODUTO T CNICO: BULLDOCK T CNICO BCS - Registro MAPA n 000307: Bayer Vapi Private Limited - Plot 306/3, II Phase, GIDC, Vapi 396195- Gujarat - ndia FORMULADOR: Bayer - Estrada da Boa Esperan a, 650, Bairro Bom Pastor - CEP: 26110-120 Belford Roxo/RJ - CNPJ: - N mero do cadastro no INEA - LO n IN023132.

BULLDOCK 125 SC_AGROFIT_25.06.2020 BULLDOCK 125 SC VERIFICAR RESTRIÇÕES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROTÓXICOS DO ESTADO DO PARANÁ Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento/MAPA sob nº 01192.

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1 BULLDOCK 125 SC. VERIFICAR RESTRI ES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROT XICOS DO. ESTADO DO PARAN . Registrado no Minist rio da Agricultura, Pecu ria e Abastecimento/MAPA sob n 01192. COMPOSI O: Reaction mixture of 2 enantiomeric pairs: pair I (S)-a-cyano-4-fluoro-3-phenoxybenzyl(1R) -cis-3-(2,2-dichlorovinyl)-2,2- dimethylcyclopropanecarboxylate and the corresponding (R) (1S)-cis- isomer; pair II (S) (1R)-trans- and (R) (1S)-trans-isomers, in the ratio 1:2. (BETA-CIFLUTRINA) .. 125 g/L (12,5 % m/v). Outros Ingredientes .. 935 g/L (93,5 % m/v). GRUPO 3A INSETICIDA. CLASSE: Inseticida de contato e ingest o do grupo qu mico dos piretroides. TIPO DE FORMULA O: Suspens o Concentrada (SC). TITULAR DO REGISTRO (*): Bayer - Rua Domingos Jorge, - CEP: 04779-900 - S o Paulo/SP - CNPJ: 15 - Registrada na Secretaria da Agricultura do Estado de S o Paulo sob n 663. (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO. FABRICANTE DO PRODUTO T CNICO: BULLDOCK T CNICO BCS - Registro MAPA n 000307: Bayer Vapi Private Limited - Plot 306/3, II Phase, GIDC, Vapi 396195- Gujarat - ndia FORMULADOR: Bayer - Estrada da Boa Esperan a, 650, Bairro Bom Pastor - CEP: 26110-120 Belford Roxo/RJ - CNPJ: - N mero do cadastro no INEA - LO n IN023132.

2 Sipcam Nichino Brasil - Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG/ CNPJ: - N mero de registro do estabelecimento/Estado junto ao IMA/MG n Iharabras Ind strias Qu micas - Av. Liberdade, 1701 - Bairro Cajuru do Sul - CEP: 18087-170 Sorocaba/SP - Brasil - CNPJ: - N mero do registro no CDA/SAA n 008/SP. FMC Qu mica do Brasil Ltda. - Av. Ant nio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38001-970 - Uberaba/MG - Brasil - CNPJ: - Registrada no IMA sob n 701/2530/2006. Servatis - Rod. Presidente Dutra, km 300,5 - Parque Embaixador - CEP: 27537-000 - Resende/RJ - Brasil - CNPJ: - Registro Estadual n IN020944-INEA/RJ. ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O R TULO, A BULA E A RECEITA AGRON MICA E. CONSERVE-OS EM SEU PODER. OBRIGAT RIO O USO DE EQUIPAMENTOS. DE PROTE O INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. OBRIGAT RIA A DEVOLU O DA EMBALAGEM VAZIA. AGITE BEM ANTES DE USAR. Lote, Data de Fabrica o e Data de Vencimento: Vide embalagem CONTE DO: Vide r tulo Ind stria Brasileira (Dispor esta frase quando houver processo fabril em territ rio nacional)).

3 CLASSIFICA O TOXICOL GICA: CATEGORIA 4 PRODUTO POUCO T XICO. CLASSIFICA O DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: II PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE. BULLDOCK 125 INSTRU ES DE USO: BULLDOCK 125 SC um inseticida piretroide de contato e ingest o com r pido efeito inicial. Pragas Controladas Dose Volume de Intervalo de N m ximo Equipamento de Culturas Nome Produto calda seguran a Nome Comum de aplica es aplica o Cient fico Comercial (L/ha) (dias). Strymon Terrestre: Barra Abacaxi Broca-do-fruto 80 ml/ha 4. basalides 200 500 Costal POCA E INTERVALO DE APLICA O: Iniciar a aplica o logo ap s o aparecimento das pragas e repeti-las, caso seja necess rio. O per odo cr tico para o 14. controle quando a infloresc ncia aparecer na roseta foliar da planta (normalmente 45 dias ap s a indu o floral). Reaplicar com intervalos de 15 dias at o fechamento das ltimas flores. Se forem necess rias mais aplica es, utilizar inseticidas de mecanismo de a o diferente do BULLDOCK .

4 10 ml/100 L de Barra Alface Lagarta-rosca Agrotis ipsilon 4 Terrestre: 500. gua Costal POCA E INTERVALO DE APLICA O: Iniciar a aplica o ap s o transplante, logo ap s o aparecimento das pragas, quando observar os primeiros sinais 7. de ataque e repet -las, caso seja necess rio, com intervalo de 7 dias. Deve-se pulverizar de preferencia a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas. Se forem necess rias mais aplica es, utilizar inseticidas de mecanismo de a o diferente do BULLDOCK . Anthonomus Bicudo 80-100 ml/ha grandis Pulg o-do- Aphis gossypii 80 ml/ha algodoeiro Pectinophora Terrestre: Lagarta-rosada 80 ml/ha gossypiella 100 300 Avi o Algod o 4. Percevejo- Horcias A rea: Barra rajado nobilellus 80 ml/ha 20 40. Lagarta-das- Heliothis 80 ml/ha ma s virescens Alabama Curuquer 30 ml/ha argillacea POCA E INTERVALO DE APLICA O: Bicudo: realizar o monitoramento e iniciar as aplica es no in cio da infesta o, quando na amostragem pela 7. coleta de bot es do ter o superior da planta, de acordo com o n vel de controle, quando atingir o n vel de at 5%.

5 Dos bot es atacados. Pulg o: realizar o monitoramento e iniciar as aplica es quando, em 70% das plantas examinadas em variedades tolerantes e 10% em plantas suscet veis viroses, as folhas estiverem come ando a se deformar, com presen a de fumagina e existirem pulg es. Percevejo rajado: realizar o monitoramento e iniciar as aplica es quando forem detectados 20 % de bot es infestados, considerando a presen a de ninfas e adultos. Lagarta-das-ma s: realizar o monitoramento e iniciar as aplica es no in cio da infesta o e postura, de acordo com o n vel de controle, quando houver 6 a 8% de plantas infestadas. Curuquer : realizar o monitoramento e iniciar as aplica es no in cio da infesta o e postura, de acordo com o n vel de controle, quando houver 2 lagartas/m ou 10% de desfolha. O controle deve ser efetuado quando se encontrar 2 lagartas por planta e o n vel de desfolha atingir 25 %. Lagarta-rosada: realizar o monitoramento e iniciar as aplica es no in cio da infesta o e postura, de acordo com o n vel de controle, quando houver 3 a 5% de ma s firmes com sintomas de ataque.

6 As maiores doses devem ser utilizadas no per odo de maior infesta o da praga. Em caso de reinfesta o, reaplicar com intervalo de 5 dias. Realizar no m ximo 4 aplica es por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o est dio de desenvolvimento da cultura. 10 ml/100L de Barra Alho Tripes-do-fumo Thrips tabaci 3 Terrestre: 500. gua Costal POCA E INTERVALO DE APLICA O: Iniciar as aplica es logo no in cio do aparecimento das primeiras formas da praga nas bainhas das folhas antes da bulbifica o e repet -las, caso seja necess rio, com intervalo de 7 dias. Direcionar a aplica o para a inser o das 14. folhas (bainha), local aonde se encontra a praga abrigada. Se forem necess rias mais aplica es, utilizar inseticidas com mecanismo de a o diferente BULLDOCK . Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetra o em todas as partes da planta. Recomenda-se adicionar adjuvante ( leo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. BULLDOCK 125 Pragas Controladas Dose N m ximo Volume de Intervalo de Equipamento de Culturas Nome Produto de calda seguran a Nome Comum aplica o Cient fico Comercial aplica es (L/ha) (dias).

7 Tripes-do- Enneothrips bronzeamento flavens Terrestre: Barra Amendoim 40 ml/ha 3. Lagarta-do- Stegasta 200 300 Costal pesco o- bosquella vermelho 14. POCA E INTERVALO DE APLICA O: Iniciar as aplica es logo no in cio do aparecimento das primeiras formas da praga e repeti-las, caso seja necess rio com intervalo de 7 dias. Se forem necess rias mais aplica es, utilizar inseticidas com mecanismo de a o diferente BULLDOCK . Spodoptera Terrestre: Lagarta-militar 30 ml/ha Avi o frugiperda 200 300. Arroz 2 Barra Bicheira-da- Oryzophagus A rea: Costal raiz-do-arroz oryzae 50 ml/ha 20 40. 20. POCA E INTERVALO DE APLICA O: Lagarta: realizar o monitoramento e iniciar as aplica es no in cio da infesta o. Bicheira-da-raiz: fazer aplica o no in cio da irriga o permanente. Em caso de reinfesta o, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar no m ximo 2 aplica es por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o est dio de desenvolvimento da cultura. Vaquinha- Diabrotica Terrestre: Barra Batata 100 ml/ha 4.

8 Verde-amarela speciosa 500 1000 Costal POCA E INTERVALO DE APLICA O: 14. Aplicar no in cio da infesta o praga em todas as partes das plantas. Repetir a aplica o, caso seja necess rio, com intervalo de 7 dias. Se forem necess rias mais aplica es, utilizar inseticidas de mecanismo de a o diferente do BULLDOCK . Barra 10 ml/100L de Berinjela Lagarta-rosca Agrotis ipsilon 3 Terrestre: 500 Costal gua Estacion rio POCA E INTERVALO DE APLICA O: 7. Iniciar a aplica o ap s o transplante, logo ap s o aparecimento das pragas, quando observar os primeiros sinais de ataque e repet -las, caso seja necess rio, com intervalo de 7 dias. Deve-se pulverizar de preferencia a tarde, dirigindo-se o jato na base das plantas. Se forem necess rias mais aplica es, utilizar inseticidas de mecanismo de a o diferente do BULLDOCK . Bicho-mineiro- Leucoptera Terrestre: Caf 30-40 ml/ha 2 Turbo atomizador do-caf coffeella 300 500. POCA E INTERVALO DE APLICA O: Realizar o monitoramento e iniciar as aplica es no in cio da infesta o, com no m ximo 3% de folhas atacadas com larvas vivas.

9 14. As maiores doses devem ser utilizadas no per odo de maior infesta o da praga. Em caso de reinfesta o, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar no m ximo 2 aplica es por ciclo de cultivo. O volume de calda pode variar de acordo com o est dio de desenvolvimento da cultura. Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetra o em todas as partes da planta. Recomenda-se adicionar adjuvante ( leo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. 10 ml/100L de Barra Cebola Tripes-do-fumo Thrips tabaci 3 Terrestre: 500. gua Costal POCA E INTERVALO DE APLICA O: Iniciar as aplica es logo no in cio do aparecimento das primeiras formas da praga nas bainhas das folhas antes da bulbifica o e repet -las, caso seja necess rio, com intervalo de 7 dias. Direcionar a aplica o para a inser o das 14. folhas (bainha), local aonde se encontra a praga abrigada. Se forem necess rias mais aplica es, utilizar inseticidas com mecanismo de a o diferente BULLDOCK . Assegurar que o produto tenha boa cobertura e penetra o em todas as partes da planta.

10 Recomenda-se adicionar adjuvante ( leo mineral ou vegetal) na dose 0,25 a 0,5 v/v. Terrestre: Costal Citros Psil deo Diaphorina citri 50 100 mL/ha 2. 1000 Turbo atomizador POCA E INTERVALO DE APLICA O: Realizar monitoramento periodicamente e aplicar quando forem observados os primeiros insetos adultos ou ninfas 21. nos ramos e brota es das plantas nos pomares inspecionadas. Utilizar a maior dose em caso de maior infesta o. Em caso de reinfesta o, reaplicar com intervalo de 14 dias. Realizar no m ximo 2 aplica es por ciclo de cultivo, com volume de calda de 1000 L/ha, variando de acordo com o est dio de desenvolvimento da cultura. BULLDOCK 125 Pragas Controladas Dose Volume de Intervalo de N m ximo Equipamento de Culturas Nome Produto calda seguran a Nome Comum de aplica es aplica o Cient fico Comercial (L/ha) (dias). Couve Curuquer -da- Ascia monuste 10 ml/100L de Terrestre: Barra 4. couve orseis gua 500 1000 Costal POCA E INTERVALO DE APLICA O: Iniciar a aplica o logo ap s o aparecimento das pragas, quando observar os primeiros sinais de ataque e repet -las, 4.


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