Transcription of HERO - Paraná
1 P gina 1 de 16 Hero 12abr2018 HERO VERIFICAR RESTRI ES DE USO CONSTANTES NA LISTA DE AGROT XICOS DO PARAN Registrado no Minist rio da Agricultura, Pecu ria e Abastecimento - MAPA sob n 16812 COMPOSI O: Mixture of the stereoisomers (S)-alfa-cyano-3-phenoxybenzyl(1RS,3RS;1 RS,3SR)-3-(2,2-dichlorovinyl)-2,2-dimeth ylcyclopropanecarboxylate where the ratio of the (S); (1RS,3RS) isomeric pair to the (S);(1RS,3SR) isomeric pair lies in the ratio range 45-55 to 55-45 respectively (ZETA-CIPERMETRINA) ..200g/L (20,0% m/v) 2-methylbiphenyl-3-ylmethyl(Z)-(1RS,3RS) -3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1-enyl) -2,2-dimethylcyclopropanecarboxylate (BIFENTRINA)..180g/L (18,0% m/v) Outros ingredientes ..590g/L (59,0% m/v) GRUPO 3A INSETICIDA GRUPO 3A INSETICIDA CONTE DO: vide r tulo. CLASSE: Inseticida de Contato e Ingest o do grupo qu mico Piretr ide. TIPO DE FORMULA O: Concentrado Emulsion vel (EC) TITULAR DO REGISTRO (*): FMC QUIMICA DO BRASIL LTDA.
2 Av. Dr. Jose Bonif cio Coutinho Nogueira, 150 - 1o andar CEP: 13091-611 - Campinas/SP - CNPJ: Fone/Fax: (19) 3115-4400 N mero de registro do estabelecimento no Estado: 423 CDA/SP (*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO FABRICANTE DO PRODUTO T CNICO: Talstar T cnico FMC Registro MAPA n 18998 FMC Corporation - 1701 E - Patapsco Avenue - Baltimore - MD 21226 - EUA Bifenthrin T cnico FMC Registro MAPA n 7506 Jiangsu Lianhe Chemical Technology, CO., LTD. - Weisan, RD Chenjiagang, Xiangshui - Jiangsu China Jiangsu Huifeng Agrochemical CO., Weier Road, South Area of Ocean Economic Development Zone Dafeng - Jiangsu Province, 224145 China Viakem de - Av. Manuel L. Barrag n, 701 - Zona Industrial - 66450 - San Nicolas de Los Garza - Nuevo Le n - M xico Zhejiang Lianhe Chemical Technology CO., LTD. - Sanjiang Huangyan, Zhejiang China Fury T cnico FMC Registro MAPA n 3194 FMC Corporation - 1701 E. Patapsco Avenue - Baltimore- MD 21226 USA Zetacypermethrin T cnico FMC Registro MAPA n 13908 Jiangsu Lanfeng Biochemical CO.
3 , Suhua Road, Xinyi Economic & Technological Development Zone, Xinyi, 221400 - Jiangsu - China Meghmani Organics LTD. - 402, 403, 404, 452 Post Chharodi. Ta. Sanand - District Ahmedabad 382 170 ndia FORMULADOR: FMC Qu mica do Brasil Ltda. Avenida Ant nio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III CEP: 38001-970 - Uberaba/MG - CNPJ: N mero de registro do estabelecimento/Estado: 210 IMA/MG Iharabras S/A Ind strias Qu micas Avenida Liberdade, 1701 Bairro Cajuru do Sul CEP: 18087-170 - Sorocaba/SP - CNPJ: N mero de registro do estabelecimento/Estado: 708 CDA/SP Sipcam Nichino Brasil P gina 2 de 16 Hero 12abr2018 Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III CEP: 38044-755 - Uberaba/MG - CNPJ: N mero de registro do estabelecimento/Estado: 2972 IMA/MG (Com rcio e Ind stria) e 6627 IMA/MG (Armazenador e Com rcio) Ouro Fino Qu mica Ltda. Av. Filomena Cartafina, 22335, quadra 14, lote 5 Distrito Industrial III CEP: 38044-750 - Uberaba/MG - CNPJ: N mero de registro do estabelecimento/Estado: 701-4896/2012 IMA/MG Prentiss Qu mica Ltda.
4 Rodovia PR 423 Km 24,5 Jardim das Ac cias CEP: - Campo Largo/PR - CNPJ: N mero de registro do estabelecimento/Estado: 002669 ADAPAR/PR Tagma Brasil Ind stria e Com rcio de Produtos Qu micos Ltda. Av. Roberto Simonsen, 1459 - Bairro Recanto dos P ssaros CEP: 13148-030 - Paul nia/SP - CNPJ: N mero de registro do estabelecimento/Estado: 477 CDA/SP No do lote ou partida: VIDE EMBALAGEM Data de fabrica o: Data de vencimento: ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O R TULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER. OBRIGAT RIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTE O INDIVIDUAL. PROTEJA-SE. OBRIGAT RIA A DEVOLU O DA EMBALAGEM VAZIA. Ind stria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4 do Decreto n de 15 de junho de 2010). CLASSIFICA O TOXICOL GICA: CLASSE I EXTREMAMENTE T XICO CLASSIFICA O DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II PRODUTO MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE Cor da faixa: Vermelho vivo P gina 3 de 16 Hero 12abr2018 INSTRU ES DE USO: HERO um inseticida de contato e ingest o utilizado para controle de pragas conforme recomenda es abaixo: Culturas Pragas Nome comum / cient fico Dose de produto comercial Volume de calda(1) poca e Intervalo de aplica o N m ximo de aplica o por ciclo da cultura ALGOD O Bicudo-do-algodoeiro Anthonomus grandis 100 - 200 mL/ha 200 300 L/ha (Terrestre) 10 40 L/ha (A rea) Aplicar quando o n vel de bot es florais danificados atingir, no m ximo, 5% (25 bot es florais avaliados por hectare) dos 30 a 70 dias.
5 Ap s 70 dias, iniciar as aplica es quando o n vel de bot es florais danificados atingir, no m ximo, 10% (25 bot es florais avaliados por hectare). Reaplicar a cada 5 dias ou toda vez que o ataque atingir 5% (30 a 70 dias) e 10% (ap s 70 dias) de bot es danificados. 5 Curuquer -do-algodoeiro Alabama argillacea 200 - 300 mL/ha Aplicar quando houver 2 lagartas m dias (2cm) por planta e n vel de desfolha de 20% da planta toda, ou 10% de desfolha do ponteira da planta. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfesta o. Lagarta-falsa-medideira Pseudoplusia includens 100 - 200 mL/ha Aplicar quando a praga atingir o n vel econ mico de at 1 lagarta grande por planta (25 plantas amostrada por hectare), ou at 5 lagartas pequenas por planta em 5 batidas de pano por hectare. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfesta o.
6 Lagarta Helicoverpa Helicoverpa armigera 300 mL/ha Aplicar com intervalos m ximo de 5 dias e lagartas no est dio m ximo de 2 o nstar. Lagarta-militar Spodoptera frugiperda 200 - 300 mL/ha Aplicar quando for identificada a presen a de lagartas em 10% das plantas. O melhor momento para aplica o dos produtos com as lagartas entre 1 a 3 nstares. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfesta o. EUCALIPTO (Campo) Vespa-da-galha Leptocybe invasa 350 - 550 mL/ha 200L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (A rea) Aplicar logo ap s o in cio da infesta o. A pulveriza o deve ser de prefer ncia a alto volume, procurando obter uma perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfesta o. 3 P gina 4 de 16 Hero 12abr2018 Culturas Pragas Nome comum / cient fico Dose de produto comercial Volume de calda(1) poca e Intervalo de aplica o N m ximo de aplica o por ciclo da cultura EUCALIPTO ( viveiro ) Vespa-da-galha Leptocybe invasa 175 275 mL/100L gua 20mL/m2 de bandeja Aplicar atrav s de rega das bandejas, utilizando um regador ou pulverizador costal.
7 Reaplicar conforme a reinfesta o. MILHO Lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda 200 mL/ha 200L/ha (Terrestre) 10 40L/ha (A rea) Iniciar a aplica o quando forem encontradas lagartas em est gio larval de 1 e 2 instar. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfesta o. 5 Lagarta Helicoverpa Helicoverpa armigera 200 mL/ha As aplica es devem ter intervalos m ximo de 5 dias e a larva no est dio m ximo de 2 nstar. Manter a lavoura monitorada e reaplicar conforme a reinfesta o. Percevejo-barriga-verde Dichelops furcatus 100 200 mL/ha As aplica es devem iniciar quando detectado a presen a do percevejo-barriga-verde logo ap s a emerg ncia do milho. No in cio do desenvolvimento da cultura, o ataque mais severo, pois quanto menor o tamanho da planta atacada, maior o potencial de dano da praga. A maior dose deve ser utilizada em condi es de alta popula o, em reas com hist rico da praga.
8 Realizar as aplica es com intervalos de 10 dias. SOJA Lagarta-da-soja Anticarsia gemmatalis 40 - 80 mL/ha 150-200 L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (A rea) O n vel de controle depende da poca que ocorre o ataque. Se o ataque ocorrer antes da flora o, o controle deve ser feito quando houver 30% de desfolha. Se o ataque for ap s a flora o, aplicar o produto com n vel de desfolha de 15%. 5 Lagarta-falsa-medideira Pseudoplusia includens 60 - 80 mL/ha Percevejo-pequeno-da-soja Piezodorus guildinii 80 - 100 mL/ha Realizar levantamentos populacionais em intervalos regulares a partir do in cio da forma o das vagens. Em reas de produ o comercial, fazer a pulveriza o quando forem encontrados 2 percevejos adultos ou 4 a 5 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear (ninfas a partir do 3 nstar). Percevejo-verde Nezara viridula 80 - 100 mL/ha P gina 5 de 16 Hero 12abr2018 Culturas Pragas Nome comum / cient fico Dose de produto comercial Volume de calda(1) poca e Intervalo de aplica o N m ximo de aplica o por ciclo da cultura Percevejo-marrom Euschistus heros 200 mL/ha 200-400 L/ha (Terrestre) 10-40L/ha (A rea) Em reas de produ o de sementes, fazer a pulveriza o quando a popula o atingir 1 percevejo adulto ou 2 ninfas maiores que 0,5 cm por metro linear.
9 2 (1) O volume indicado poder ser alterado considerando as especifica es t cnicas do equipamento de aplica o. MODO DE APLICA O: HERO pode ser aplicado por via terrestre, atrav s de pulverizadores manuais, tratorizados e regador (para viveiro de eucalipto) e via a rea. Utilize sempre tecnologias de aplica o que ofere am boa cobertura das plantas. Mantenha a lavoura inspecionada e utilize o monitoramento de pragas (uso de armadilhas) dependendo do est gio da cultura. Siga sempre as boas pr ticas para aplica o e as recomenda es do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agr nomo respons vel. Preparo da Calda: Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Prote o Individual (EPI) indicados para esse fim no item Dados Relativos Prote o da Sa de Humana . Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplica o est limpo, bem conservado, regulado e em condi es adequadas para realizar a pulveriza o sem causar riscos cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
10 Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos metade de sua capacidade preenchida com gua limpa e o sistema de agita o ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador com gua at atingir o volume de calda recomendado. Cuidados durante a aplica o: Independente do tipo de equipamento utilizado na pulveriza o, o sistema de agita o da calda dever ser mantido durante toda a aplica o. Fechar a sa da da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposi o da aplica o. Gerenciamento de deriva: Na o permita que o produto atinja culturas vizinhas, a reas habitadas, leitos de rios e outras fontes de a gua, criac o es e a reas de preservac a o ambiental. O potencial de deriva determinado pela intera o de muitos fatores relativos ao equipamento de pulveriza o e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura).