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Extração do caldo

1 Processos de Moagem e Difus o para a extra o do caldo da cana-de-a car Dra. Sandra Helena da Cruz (ESALQ / USP) 2 2 1. INTRODU O Parte dura (casca e n ) - 25% peso cana 75% fibra 25% caldo [ 20% peso caldo cana ] Parte mole (entre n s) - 75% peso cana 8% fibra 92% caldo [ 80% peso caldo cana ] CANA-DE-A CAR (partes) 12,5% fibra 3 2. EXTRA O DO caldo Processo f sico de separa o: caldo - baga o Realizada por moagem ou difus o Moagem: press o mec nica dos rolos da moenda sobre o colch o de cana desfibrada Difus o: opera o de lixivia o, lavagem e de percola o em que o caldo extra do pelo efeito de embebi o composta Processos mais antigos: moagem de cana inteira baixa extra o Atualmente - moagem da cana desintegrada Extra o da cana em duas fases preparo da cana extra o do a car 4 Vis o de um conjunto de moagem (4 a 6 ternos) EXTRA O DO caldo POR MOAGEM 5 Usina Ipiranga Mococa - Fluxograma de Processo - A car e de MoendasLegendaCaldo de cana guas industriais e condensadosProdutos qu micosVaporBaga o6 TernoMoenda 30" x 54"Bagacilho para lodo dos decantadoresMesa 45

3 2. EXTRAÇÃO DO CALDO • Processo físico de separação: caldo - bagaço • Realizada por moagem ou difusão – Moagem: pressão mecânica dos rolos da moenda sobre o colchão

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1 1 Processos de Moagem e Difus o para a extra o do caldo da cana-de-a car Dra. Sandra Helena da Cruz (ESALQ / USP) 2 2 1. INTRODU O Parte dura (casca e n ) - 25% peso cana 75% fibra 25% caldo [ 20% peso caldo cana ] Parte mole (entre n s) - 75% peso cana 8% fibra 92% caldo [ 80% peso caldo cana ] CANA-DE-A CAR (partes) 12,5% fibra 3 2. EXTRA O DO caldo Processo f sico de separa o: caldo - baga o Realizada por moagem ou difus o Moagem: press o mec nica dos rolos da moenda sobre o colch o de cana desfibrada Difus o: opera o de lixivia o, lavagem e de percola o em que o caldo extra do pelo efeito de embebi o composta Processos mais antigos: moagem de cana inteira baixa extra o Atualmente - moagem da cana desintegrada Extra o da cana em duas fases preparo da cana extra o do a car 4 Vis o de um conjunto de moagem (4 a 6 ternos)

2 EXTRA O DO caldo POR MOAGEM 5 Usina Ipiranga Mococa - Fluxograma de Processo - A car e de MoendasLegendaCaldo de cana guas industriais e condensadosProdutos qu micosVaporBaga o6 TernoMoenda 30" x 54"Bagacilho para lodo dos decantadoresMesa 45 - cana inteira/picadaCaldo clarificadopara destilariaCaldo filtradoRegeneradorCaldo clarificadodo decantador gua de lavagem de canaCaldo misto3,8 m Cush-CushLagoa de sedimenta oEletro-Im DesfibradorPicador 01 Picador 02 Rolo espalhadorCaldoprim rio24 m Caldomisto14,9 m lcoolPeneira RotativaAM20 gua de embebi oMesa 2 - 45 - cana inteira/picadaCaldo filtradoCush-CushLagoa de sedimenta o lcool1 TernoMoenda 30" x 54"3 TernoMoenda 30" x 54"AM202 TernoMoenda 30" x 54"4 TernoMoenda 30" x 54"5 TernoMoenda 30" x 54" caldo prim rio3,8 m Mesa 1 - 45 - cana inteiraCaldo misto3,8 m 1038 Peneira Rotativa6 Moendas Unidade esmagadora constitu da de 3 cilindros ou rolos principais.

3 Dispostos de tal modo que a uni o de seus centros forma um tri ngulo Dois ou mais ternos de moenda = tandem 1 terno 50 a 70% de extra o O baga o vai para o 2 terno Sofre embebi o A B C Exemplos 8 Componentes b sicos em um terno de moenda Base da moenda Castelos estruturas que sustentam os cilindros esmagadores Mancais pe as destinadas a suportarem os eixos das moendas e assentadas nas fendas dos castelos Bagaceira manter os frisos limpos facilitar a condu o da cana Pentes manter os frisos limpos Rolos 9 Terno de moenda explodida Cia A ucareira S o Geraldo Desenho Nilson Nelson Parafuso de fixa o Bica de caldo t nel Base met lica Base da funda o concreto 11 Moenda Farrel / Zanini 12 13 MCD 01 Moendas Dedini 14 Top roller (rolo de compress o) e Press roller (rolo de press o) Sistemas auxiliares de alimenta o: ganhos em capacidade e extra o Rolo de press o Ganho cap.

4 ~15% Consumo pot ncia 5 a 10% Moenda Regulagem 5 a 6 x abertura Sa da Trabalho Rolo de compress o Ganho cap. ~5% Melhor alimenta o trabalha sobre o colch o de cana ou baga o orientando e for ando a pega das moendas Press-Roller Top-Roller 15 Tra ado da Bagaceira Moenda 30 x 54 16 17 Ranhuras ou frisos de moendas constitu das nos cilindros com a finalidade de aumentar a superf cie til de contato com o baga o Finalidades - aumentar a superf cie til do cilindro - melhorar a drenagem do caldo - melhorar a apreens o Tipos de soldas - picote (crista de friso) em rolo parado -chapisco (flancos nos frisos aplicados a 1/2 a 2/3 da altura do friso) CONTROLE DA PERFORMANCE DAS OPERA ES Efici ncia da moagem Brasil 98% Controles: open cells curva de Brix c lculos tecnol gicos.

5 - extra es relativas, individuais e totais, curvas de umidade do baga o, e extra o do caldo do 1 terno. Definidos: 80-85% (horiz) 90-92% (vert) 19 (1) diluente ( gua ou caldo dilu do) (2) compress o Uso correto envolve Classifica o embebi o Adi o de gua ou caldo dilu do ao baga o entre um terno e outro (aumento da extra o de sacarose) Dilui o caldo mais concentrado preso as c lulas do par nquima da cana ( troca ) Remove os a cares retidos no baga o - quantidade gua - localiza o - modo de aplica o - temperatura - simples - composta - com recircula o EMBEBI O 20 A o da gua: diluente do caldo preso as c lulas par nquima da cana, ocorrendo uma troca e pela compress o extrai-se mais s lidos sol veis retidos no baga o. Tipos de embebi o: 1.

6 Embebi o simples: acrescenta gua ao baga o ap s cada moenda Embebi o simples nica: gua em um ponto Embebi o simples dupla: gua em 2 pontos 2. Embebi o composta: acrescenta-se gua e caldo dilu do ao baga o 3. Embebi o com recircula o: Desvia parte do caldo extra do pelo terno, para embeber o baga o a ser processado no pr prio terno e a outra parte do caldo embebe o baga o que ser processado pela terno anterior. 21 Quantidade de gua de embebi o: A quantidade de gua a ser usada na embebi o fun o de v rios fatores: Capacidade de evapora o; N meros de ternos; Condi es de distribui o da gua de embebi o; Fibra da cana; Riqueza da cana em sacarose; Quantidade de a car extra do pelo efeito da embebi o e a car extra vel teoricamente; Pre o do a car extra do pelo efeito de embebi o e extra do teoricamente.

7 Temperatura da gua de embebi o 60 C (60 - 80 C) 23 Efici ncia das moendas Capacidade - a quantidade de cana mo da na unidade de tempo Formas de expressar: TCH, TCD, TFH e TFD Extra o - a porcentagem de a car extra da em rela o a quantidade existente na cana Pol extra da % pol na cana Outra forma: a car perdido no baga o porcento da fibra da cana Pol ( caldo ) x massa ( caldo ) Pol (cana) x massa (cana) Ef (%) = 24 Fatores que afetam a Capacidade de moagem Preparo da cana Uniformidade de alimenta o Fibra da cana Velocidade das moendas Automatismo do sistema de alimenta o Regulagem da bagaceira Dire o e elemento humano Para atender varia es de capacidade e extra o Margem de seguran a suficiente na pot ncia das m quinas de preparo e moagem; Sobra de vapor direto para as m quinas absorver varia o do processo; Sistema de automa o eficiente; Operadores qualificados.

8 27 ALIMENTA O DO PRIMEIRO TERNO 1 Terno - Determina capacidade e extra o Sistemas Bic o Esteira alimentadora for ada Donnely (calha de alimenta o) Esteira de Alimenta o for ada Impulso fraco Alimenta o por bic o s/ press roller c/ press roller 28 Sistema de alimenta o +moenda+de+cana&espv=2&biw=1440&bih=731& tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahU KEwin7 PWinufOAhXKjpAKHf77 CwEQsAQIGw#imgdii=hpaH0c78nhNQqM%3A%3 BhpaH0c78nhNQqM%3A%3 BQWiZDnDQxWhs3M%3A&imgrc=hpaH0c78nhNQqM% 3A 30 REGULAGEM DAS MOENDAS Regulagem da moenda: Inicio: trabalhos de manuten o da entre-safra nivelamento/ alinhamento / esquadrejamento. (partindo do/ acionamento - turbinas) - Nivelamento/ n vel de precis o: 0,02 a 0,04 cent simos de mm/m linear. C lculos eTra ado da bagaceira: Rela o das aberturas em trabalho de entrada (E) e sa da (S) E = 1,8 a 2,0 x S Posi o da bagaceira.

9 Alta baixa maior consumo pot ncia maior desgaste dificulta o pega / caminhamento reduz a capacidade 1,8 a 2,0 (c/ press-roller) 2,3 a 3,0 (s/ press-roller) Pontos de regulagem das moendas DZ 31 +moenda+de+cana&espv=2&biw=1440&bih=731& tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahU KEwin7 PWinufOAhXKjpAKHf77 CwEQsAQIGw#tbm=isch&tbs=rimg%3 ACe1N3 PdcL8vrIji_1 UHbqa1 DMDsm6N-v_1uiI_1aGvXdkZngwsf7anw_1p2cgrW A-fTxcMpjR81sBo85 ViZ8 SfsFjAkvsCoSCb9 QduprUMwOEVQ1oQPKL_1wkKhIJybo36_1-6Ij8 RPBuGtFCn0aAqEgloa9d2 RmeDCxF8t8b7m9m1wioSCR_1tqfD-nZyCEYHeHY4 mWnzdKhIJtYD59 PFwymMRa9jPlYRPMwgqEglHzWwGjzlWJhG5naQiN jRw6 CoSCXxJ-wWMCS-wEfopJTDjPD1F&q=terno%20mo enda%20de%20cana&imgrc=ObcZ0 GJe5 AenPM%3A Acionamento por motor el trico e redutor planet rio 35 Extra o de um conjunto de moendas Indica a fra o ou porcentagem do a car contido na cana que efetivamente aparece no caldo prim rio/misto.

10 O restante perdido no baga o Ex. Moenda com 92% de extra o Baga o com 8% a car Extra o Sacarose no caldo por cento cana, dividido pela sacarose por cento cana Extra o = sacarose no caldo % cana x 100 sacarose % cana 36 Na pr tica C + A = J + B C cana processada em t/h A gua de embebi o em t/h J - caldo misto em t/h B baga o gerado em t/h E = 100 (fb . Sc - fc . Sb) Sc . fb Fb teor de fibra no baga o Fc - teor de fibra na cana Sc a car na cana Sb - a car no baga o 37 EXTRA O DO caldo POR DIFUS O Introdu o Somente ap s a 2 Guerra Mundial, por ocasi o da reconstru o da ind stria a ucareira europ ia, se introduziu o conceito de difus o cont nua que os fabricantes europeus tentaram adaptar ind stria da cana-de-a car ap s 1950.


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