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1 Instituto a Vez do Mestre Curso de P s-Gradua o Lato Sensu em GEST O ESTRAT GICA DE VENDAS E NEGOCIA O MARCELE AZEVEDO CAPELA LUTEBARK CONHECENDO O PROCESSO PRODUTIVO DE S LIDOS, L QUIDOS E GRANULA O NA IND STRIA FARMAC UTICA RIO DE JANEIRO 2010 Trabalho de Conclus o do Curso de P s-Gradua o Lato Sensu em GEST O ESTRAT GICA DE VENDAS E NEGOCIA O como requisito parcial para a obten o do certificado de conclus o de curso sob a orienta o do Coordenador Jorge Vieira. 1 Dedico este trabalho a meu filho Victor Henrique Capela Lutebark, minha m e Iraneide Azevedo e minha sogra Ilma Lutebark por se constituirem diferentemente enquanto pessoas, igualmente belas e admir veis em ess ncia, est mulos que me impulsionaram a buscar vida nova a cada dia, meus agradecimentos por terem aceito se privar de minha companhia pelos estudos, concedendo a mim a oportunidade de me realizar ainda mais.
2 2 Agradecimentos Ao nosso Coordenador e Prof. JORGE VIERA pelo incentivo, simpatia e presteza no aux lio s atividades e discuss es sobre o andamento das tarefas, din micas e outros trabalhos de grupos que nos foram solicitados. Especialmente ao Professor SEBASTI O MASCARENHAS, pelo seu esp rito inovador e empreendedor na tarefa de multiplicar seus conhecimentos, pela sua disciplina nos ensinando a import ncia e a miss o de um Representante de Vendas de Ind stria Farmac utica. A todos os professores pelo carinho, dedica o e entusiasmo demonstrado ao longo do curso.
3 Aos colegas de classe pela espontaneidade e alegria na troca de informa es e materiais numa rara demonstra o de amizade e solidariedade. s nossas fam lias pela paci ncia em tolerar a nossa aus ncia. E, finalmente, as nossas cren as e filosofias de Vida pela oportunidade e pelo privil gio que nos foram dados em compartilhar tamanha experi ncia e, ao frequentar este curso, perceber e atentar para a relev ncia de temas que n o faziam parte, em profundidade, das nossas vidas. 3 RESUMO O mercado farmac utico no Brasil com o passar dos anos vem se tornando cada vez mais competitivo.
4 Com o advento dos gen ricos, pol tica de quebra de patentes e entrada de novos players no mercado, a competi o por market share pelas empresas farmac uticas necessitou ser inovada e criativa. Dentro de um volume financeiro com giro de US$ 12 bilh es de d lares por ano, o investimento em treinamento se tornou um diferencial nesta disputa e consumindo uma boa fatia deste volume de dinheiro. N o basta apenas ter pre o e qualidade. necess rio saber vender o produto para conquistar os clientes de forma sustent vel e duradora. Para isso, os Representantes de Venda precisam ser qualificados e entender o neg cio por inteiro.
5 O conhecimento da cadeia de abastecimento do produto que representa, faz com que o Representante tenha capacidade de vender o produto muito melhor para os seus clientes, de forma mais confi vel e profissional. O Representante para bater meta vende o produto, faz uma negocia o fenomenal e etc e quando o material chega no distribuidor o cara simplesmente recusa a mercadoria (por motivo de diverg ncia na negocia o comercial, quantidade divergente do pedido e etc). Quando acontece a recusa, acontece a "log stica reversa", em resumo "a devolu o do produto" isso gera todo um stress na cadeia desde a coleta do material, at o envio e an lise da garantia de qualidade para saber se o produto ser incorporado novamente no estoque ou se ser descaracterizado (incinerado).
6 Produto parado aguardando an lise produto que est deixando de ser vendido, produto descaracterizado (principalmente perec vel) normalmente n o incorporado e perdemos, preju zo tamb m!! Ent o, importante que o representante tenha esse conhecimento de como isso afeta s vendas e o neg cio da importante entender a cadeia como um 4 Desta forma, de maneira concisa, este trabalho tem por objetivo proporcionar um conhecimento da cadeia de abastecimento dos produtos industrializados farmac uticos at a disponibilidade destes para o mercado, ou seja, passando desde o PROCESSO de recebimento das materias-primas necess rias para o PROCESSO PRODUTIVO at a obten o do produto acabado.
7 Nos ltimos anos a competi o tem crescido significativamente no mundo industrial, provocando o surgimento de novos desafios e oportunidades na forma de organizar e gerenciar a produ o. Nesse contexto, a gest o da cadeia de suprimentos (Supply Chain Management SCM) tem emergido como uma nova e promissora maneira de obter vantagens competitivas no mercado. Este trabalho tamb m aborda uma an lise geral da gest o da cadeia de suprimentos na ind stria, com foco na cadeia de abastecimento. 5 Sum rio. 1- INTRODU O .. 6 3- PRODU O FARMAC UTICA FABRICA O .. 9 Produ o de S lidos Orais ..9 Equipamentos e Localiza o.
8 9 Descri o do Fluxo de PROCESSO PRODUTIVO .. 11 Sa da do Almoxarifado .. 11 Pesagem .. 11 Granula o .. 11 Compress o .. 13 Drageamento .. 14 Revestimento de Comprimidos .. 14 Microgr nulos .. 15 4- L QUIDOS ORAIS, SUSPENS ES E SEMI-S LIDOS .. 16 L quidos Orais e Suspens es .. 16 Semi-S lidos: .. 16 Equipamentos .. 17 - Descri o dos Processos .. 17 Produ o de L quidos Orais e Suspens es .. 17 S lidos .. 18 5- PRODU O DE COLAGENASE .. 19 Descri o Geral da rea de Produ o de Colagenase .. 19 Descri o do PROCESSO .. 20 Sa da do Almoxarifado .. 20 Pesagem .. 20 Preparo do Meio.
9 20 Laborat rio Microbiol gico .. 20 Fermenta o .. 20 Separa o .. 20 Filtra o .. 20 Ultrafiltra o .. 21 Flota o .. 21 Diafiltra o .. 21 Liofiliza o .. 21 Moagem .. 22 Mistura .. 22 Embalagem .. 23 6- FOTOS DE ACOMPANHAMENTO DE EMBALAGEM E ESTOCAGEM FINAL .. 254 7- ENTENDENDO A CADEIA DE SUPRIMENTOS .. 25 8- CONCLUS O .. 288 61- Introdu o Os itens subsequentes ressaltam todo o PROCESSO de produ o da Ind stria Farmac utica, Fluxo do PROCESSO PRODUTIVO , como por exemplo, Produ o de S lidos Orais, desde a divis o do setor internamente e equipamentos utilizados, necessidade e interliga o entre os sistemas em quest o, e todo o tramite entre os setores.
10 Tudo come a no setor de planejamento da Ind stria onde se recebe movimenta o de produ o mensal, verificasse a capacidade HH (Hora-Homem) e HM (Hora-M quina), define programa, verifica a disponibilidade de material para a semana fixa, faz-se reuni o semanal para fechar a semana de produ o, ou seja, verificar se h necessidade de altera es, liberarar arquivo com o programa de fabrica o para consulta das reas, abertura das ordens de produ o e da seguem as etapas de cada setor, conforme descrito nas sequ ncias descriminadas nos pr ximos itens, PROCESSO de produ o propriamente dito, que o foco deste trabalho.