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1 2 PARTE 1 Crescimento 2002. Minist rio da Sa de permitida a reprodu o parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. S rie Cadernos de Aten o B sica; n. 11 DAB. S rie A. Normas e Manuais T cnicos MS. Tiragem: exemplares Barjas Negri Ministro de Estado da Sa de Otavio Mercadante Secret rio Executivo Cl udio Duarte da Fonseca Secret rio de Pol ticas de Sa de Heloiza Machado de Souza Departamento de Aten o B sica Ana Goretti Kalume Maranh o rea T cnica de Sa de da Crian a Denise Costa Coitinho rea T cnica de Alimenta o e Nutri o Elabora o, distribui o e informa es: MINIST RIO DA SA DE. Secretaria de Pol ticas de Sa de Departamento de Aten o B sica rea T cnica de Sa de da Crian a rea T cnica de Alimenta o e Nutri o Esplanada dos Minist rios, edif cio sede, bloco G, sala 636. CEP 70058-900, Bras lia DF.
2 Tel.: (61) 315 2866 / 224 4561. Fax: (61) 315 2038. Elabora o: Denise Costa Coitinho, Josenilda de Ara jo Caldeira Brant, Zuleica Portela Albuquerque Colaboradores: Alfredo Nestor Jerusalinsky, Cl udio Leone, Cora Luiza Ara jo Post, Esther Lemos Zaborowski, Fl via Gomes Dutra, Graciene Silveira, Maria Cristina Machado Kupfer, Maria Eug nia Pesaro, Maria Helena D Aquino Ben cio, Paulina Schmidtbauer Barbosa Rocha Projeto gr fico, editora o e ilustra es: Eduardo Trindade, Carlos Neri, Rodrigo Mafra Apoio t cnico: OPAS/OMS. Editorado com recursos do Projeto PNUD BRA 98/006 Promo o da Sa de Impresso no Brasil / Printed in Brazil Cataloga o na fonte Editora MS. FICHA CATALOGR FICA. Brasil. Minist rio da Sa de. Secretaria de Pol ticas de Sa de. Departamento de Aten o B sica. Sa de da crian a: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil / Minist rio da Sa de.
3 Secretaria de Pol ticas de Sa de. Bras lia: Minist rio da Sa de, 2002. 100 p.: il. (S rie Cadernos de Aten o B sica; n. 11) (S rie A. Normas e Manuais T cnicos). ISBN 85-334-0509-X. 1. Sa de infantil. 2. Desenvolvimento infan til 1. Brasil. Minist rio da Sa de. II. Brasil. Secretaria de Pol ticas de Sa de. Departamento de Aten o B sica. III. T tulo. IV. S rie. NLM WA 320. PARTE 1 Crescimento 3. Apresenta o Adotar medidas para o crescimento e o desenvolvimento saud - veis, como recomendado na Reuni o de C pula em Favor da Inf ncia (Nova York, 1990) e na Confer ncia Internacional de Nutri o (Roma, 1992), significa garantir um direito da popula o e cumprir uma obri- ga o do Estado. O crescimento e o desenvolvimento s o eixos referenciais para to- das as atividades de aten o crian a e ao adolescente sob os aspec- tos biol gico, afetivo, ps quico e social.
4 Uma das estrat gias adotadas pelo Minist rio da Sa de, a partir de 1984, visando a incrementar a capacidade resolutiva dos servi os de sa de na aten o crian a, foi a de priorizar cinco a es b sicas de sa de que possuem comprovada efic cia (promo o do aleitamento materno, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, imuni- za es, preven o e controle das doen as diarr icas e das infec es res- pirat rias agudas). Tais a es devem constituir o centro da aten o a ser prestada em toda a rede b sica de servi os de sa de. E, nesse senti- do, o Minist rio da Sa de estabeleceu normas t cnicas, definiu instru- mentos operacionais e promoveu a capacita o de recursos humanos. A partir de 1996, o Minist rio da Sa de vem ampliando investi- mentos para promover a organiza o da aten o b sica nos munic pi- os. Para tanto, definiu os Programas de Agentes Comunit rios de Sa - de e de Sa de da Fam lia (PACS/PSF) como as estrat gias priorit rias capazes de resgatar o v nculo de co-responsabilidade entre os servi- os e a popula o, favorecendo n o s a cura e a preven o de doen- as, mas tamb m a valoriza o do papel das pessoas, das fam lias e da comunidade na melhoria das condi es de sa de e de vida.
5 Nesse contexto, as normas para o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento foram gradativamente incorporadas s atividades do PACS e do PSF, potencializando, assim, os esfor os do Minist rio da Sa de e de Secretarias de Sa de para a vigil ncia da sa de da crian- a, com destaque para a dissemina o do uso do Cart o da Crian a. Hoje, em mais de munic pios, s o os Agentes Comunit rios de Sa de que pesam as crian as nas visitas domiciliares, registram o peso 4 PARTE 1 Crescimento no Cart o, desenham as curvas no gr fico, orientam as m es, reportam os achados unidade de sa de, encaminhando os casos indicados pelo enfermeiro instrutor-supervisor. Como PARTE do processo de fortaleci- mento da aten o b sica, a meta do Minist rio intensificar a utiliza o do Cart o da Crian a, refor ando junto s m es a import ncia deste instrumento no acompanhamento da sa de de seus filhos.
6 Outras a es e programas do Minist rio da Sa de est o sendo implan- tados no Pa s para melhorar as condi es de sa de e nutri o de crian as. Em 2001, foi lan ado o Programa Bolsa-Alimenta o que visa a aprimorar as a es de combate s car ncias nutricionais em crian as de at seis anos de idade. Este Manual mais um importante instrumento t cnico para os profissionais que realizam o diagn stico e fazem o acompanha- mento dessas crian as no mbito da aten o b sica de sa de. Nesta edi o, o Manual para o Acompanhamento do Crescimento e Desenvolvimento foi dividido em duas partes: a PARTE 1 aborda o cresci- mento e, a PARTE 2, o desenvolvimento. Embora o crescimento e o de- senvolvimento configurem um processo global, din mico e cont nuo, a decis o de separar, do ponto de vista did tico, a avalia o do crescimen- to da avalia o do desenvolvimento deve-se ao fato de sua abordagem apresentar sistem ticas e metodologias diferenciadas e espec ficas.
7 Na PARTE 1 Crescimento, procedeu-se atualiza o do conte - do, abordando-se alguns aspectos fundamentais do processo biol gi- co do crescimento de interesse para a pr tica cl nica, assim como os principais fatores que interferem neste processo. Foram introduzidos, tamb m, outros ndices antropom tricos como mais uma ferramenta para avaliar o crescimento e que poder o ser usados, em car ter com- plementar ao ndice peso/idade, nos servi os de maior complexidade que tenham condi es de utiliz -los. Na PARTE 2 Desenvolvimento, a avalia o foi modificada em rela- o s edi es dos manuais anteriores de normas t cnicas. O enfoque psicom trico foi acrescido de uma abordagem mais ps quica, valorizan- do o v nculo m e/filho e crian a/fam lia como medida de promo o da sa de mental e preven o precoce de dist rbios ps quico/afetivos.
8 O presente Manual destina-se aos profissionais de sa de de n vel superior que prestam atendimento infantil nos diversos n veis da aten- o, com a finalidade de contribuir para a melhoria da qualidade de suas pr ticas e, por extens o, a qualidade de vida das crian as, medi- ante a monitora o do seu crescimento e desenvolvimento. Cl udio Duarte da Fonseca Secret rio de Pol ticas de Sa de do Minist rio da Sa de PARTE 1 Crescimento 5. HOMENAGEM J . 6 PARTE 1 Crescimento PARTE 1 Crescimento 7. Sum rio PARTE 1 Crescimento O processo biol gico do crescimento fundamentos de import ncia para a pr tica cl nica, 11. Fatores que influenciam o crescimento, 11. O crescimento intra-uterino e o peso ao nascer, 17. O crescimento p s-natal, 20. A Proposta de Acompanhamento do crescimento: o caminho da sa de, 27. O acompanhamento do crescimento: estruturando a aten o sa de da crian a, 27.
9 A es no n vel da aten o b sica, 28. A es no n vel da m dia complexidade, 34. Refer ncias bibliogr ficas, 37. Anexos, 39. Metodologia de avalia o do crescimento, 39. Padroniza o e controle de qualidade de medidas antropom tricas, 48. Instrumentos e t cnicas de medi o antropom trica, 54. Quadro do per metro cef lico de meninos e meninas de 0 a 2 anos em cent metros, 59. Curva de crescimento Peso/Idade de meninos e meninas de 0 a 6 anos, 60. Curvas de crescimento Estatura/Idade de meninos e meninas de 0 a 6 anos, 62. Curvas de crescimento Peso/Estatura de meninos e meninas de 0 a 6 anos, 64. Dietas hipercal ricas e hiperprot icas propostas pelo AIDPI, 66. Sinais cl nicos dos casos graves de desnutri o, 69. 8 PARTE 1 Crescimento PARTE 2 Desenvolvimento Introdu o, 73. Desenvolvimento humano: fundamentos e princ pios para a pr tica cl nica, 75.
10 Conceitos e defini es, 76. Condi es b sicas do desenvolvimento na inf ncia, 76. Caracter sticas biol gicas, 77. Aspectos neurol gicos, 78. Aspectos ps quicos, 79. Desenvolvimento normal e patol gico, 81. Desenvolvimento normal, 81. Per odos ou etapas do desenvolvimento, 82. Per odo pr -natal (da concep o ao nascimento), 82. Per odo neonatal (0 a 28 dias de vida), 83. Primeira inf ncia: lactente (29 dias a 2 anos exclusive), 85. Inf ncia (segunda inf ncia ou pr -escolar 2 a 6 anos exclusive), 86. Problemas no desenvolvimento, 88. Problemas ps quicos associados a problemas org nicos, 88. Problemas ps quicos na aus ncia de les es org nicas, 90. Proposta para acompanhamento do desenvolvimento, 91. Uso da Ficha de Acompanhamento do Desenvolvimento, 91. Procedimentos para o acompanhamento do desenvolvimento, 94.