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PLANEJAMENTO DO LAYOUT E …

XXXV ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO. Perspectivas Globais para a Engenharia de Produ o Fortaleza, CE, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2015. PLANEJAMENTO DO LAYOUT E. dimensionamento DE EXTINTORES. DE INC NDIO EM UMA EMPRESA DO. SEGMENTO DE PANIFICA ES - UM. ESTUDO DE CASO. Emmanoell Victor Dutra de Freitas Maia (UFCG). Mariana Alves Bernardo de Matos (UFCG). Anderson Laureano de Melo (UFCG). Gabrielle Bezerra Costa (UFCG). Tarcisio Gil dos Anjos Guerra (UFCG). O PROJETO DE F BRICA E LAYOUT TEM POR OBJETIVO. ALOCAR E/OU REALOCAR RECURSOS F SICOS J EXISTENTES. NA F BRICA DE FORMA A AUMENTAR A CAPACIDADE DA. INSTALA O E A PRODUTIVIDADE DAS OPERA ES. ADEMAIS, O LAYOUT DEVE SER REALIZADO DE MANEIRA INTEGRADA. COM A SEGURAN A DO TRABALHO, ABRINDO-SE DESTAQUE. S QUEST ES DE PREVEN O E COMBATE A INC NDIOS. NESTE SENTIDO, O REFERIDO TRABALHO TEM COMO. OBJETIVO REALIZAR O PLANEJAMENTO DAS INSTALA ES. INDUSTRIAIS, CONTEMPLANDO, AL M DA PRODUTIVIDADE, O.

planejamento do layout e dimensionamento de extintores de incÊndio em uma empresa do segmento de panificaÇÕes - um estudo de caso. emmanoell victor dutra de …

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1 XXXV ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO. Perspectivas Globais para a Engenharia de Produ o Fortaleza, CE, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2015. PLANEJAMENTO DO LAYOUT E. dimensionamento DE EXTINTORES. DE INC NDIO EM UMA EMPRESA DO. SEGMENTO DE PANIFICA ES - UM. ESTUDO DE CASO. Emmanoell Victor Dutra de Freitas Maia (UFCG). Mariana Alves Bernardo de Matos (UFCG). Anderson Laureano de Melo (UFCG). Gabrielle Bezerra Costa (UFCG). Tarcisio Gil dos Anjos Guerra (UFCG). O PROJETO DE F BRICA E LAYOUT TEM POR OBJETIVO. ALOCAR E/OU REALOCAR RECURSOS F SICOS J EXISTENTES. NA F BRICA DE FORMA A AUMENTAR A CAPACIDADE DA. INSTALA O E A PRODUTIVIDADE DAS OPERA ES. ADEMAIS, O LAYOUT DEVE SER REALIZADO DE MANEIRA INTEGRADA. COM A SEGURAN A DO TRABALHO, ABRINDO-SE DESTAQUE. S QUEST ES DE PREVEN O E COMBATE A INC NDIOS. NESTE SENTIDO, O REFERIDO TRABALHO TEM COMO. OBJETIVO REALIZAR O PLANEJAMENTO DAS INSTALA ES. INDUSTRIAIS, CONTEMPLANDO, AL M DA PRODUTIVIDADE, O.

2 dimensionamento DE EXTINTORES DE INC NDIOS, EM UMA. EMPRESA DO SETOR DE PANIFICA O DE CAMPINA GRANDE - PB. PARA TANTO, UTILIZOU-SE DA METODOLOGIA DE VILLAR. E N BREGA JR, 2004, CARACTERIZANDO-SE COMO UMA. PESQUISA DESCRITIVA. COMO RESULTADO, OBSERVOU-SE UM. INCREMENTO DA PRODU O A PARTIR DA DIMINUI O DE. RETORNOS, CRUZAMENTOS E ESPERAS, ALEM DE OUTRAS. MELHORIAS DA EFICI NCIA PRODUTIVA. FOI OBSERVADO. TAMB M UM AUMENTO DA PERCEP O DE SEGURAN A DOS. ENVOLVIDOS A PARTIR DO CORRETO dimensionamento OU. QUANTIFICA O DE EXTINTORES DE INC NDIO PARA O NOVO. LAYOUT . Palavras-chave: PROJETO DE F BRICA, LAYOUT , EXTINTORES. DE INC NDIO E PANIFICA O. XXXV ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO. Perspectivas Globais para a Engenharia de Produ o Fortaleza, CE, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2015. 1. Introdu o O Projeto de F brica e LAYOUT tem por objetivo alocar e/ou realocar recursos f sicos j . existentes na f brica de forma a aumentar a capacidade da instala o e a produtividade das opera es.

3 Em conson ncia com o ganho de produtividade, tem-se a redu o dos custos indiretos; redu o do tempo de manufatura; redu o do material em processo; maior utiliza o de equipamentos, m o de obra e servi os; redu o de manuseio; economia de espa o; redu o das demoras; incremento da produ o e; aumento da moral e satisfa o no trabalho. O PLANEJAMENTO do LAYOUT deve ser realizado de maneira integrada com a seguran a do trabalho (para garantir a seguran a dos que est o inseridos nas instala es prediais, dos que est o fora da mesma e a seguran a patrimonial). Devendo-se lembrar que os acidentes acarretam perdas monet rias de grande valor e puni es severas empresa diante do mercado. Neste sentido, destaca-se a preven o e combate a inc ndios, tendo em vista que o inc ndio . considerado como sendo um risco n o muito frequente, contudo de grande amplitude de efeito e consequ ncias devastadoras. Segundo Villar (2001) importante classifica o dos riscos de inc ndio em pequeno, m dio e grande, de forma que para cada rea seja dado foco a cada tipo de risco e, al m disso, que sistemas de combate inc ndios sejam projetados para os riscos espec ficos de cada rea, no intuito de tornar as instala es industriais mais seguras quanto ao controle de fogo.

4 De acordo com o exposto, o referido trabalho tem como objetivo realizar o PLANEJAMENTO das instala es industriais e desta forma contribuir para o fomento da efici ncia produtiva em uma empresa do segmento de panifica es e, assim, construir um rearranjo f sico que contribua para a efici ncia produtiva no que tange a produtividade e ao dimensionamento de extintores. 2. Metodologia para Elabora o do Arranjo F sico Villar (2001) afirma que a tarefa de se elaborar um arranjo f sico torna-se complexa devido ao fato de existirem uma grande quantidade de fatores que o influenciam, sendo relevantes e de extrema independ ncia, ent o devem ser tratados separadamente e de forma cuidadosa para que se tenha um bom projeto. Al m disso, defende que alguns destes fatores devem ser priorizados, por tratarem de aspectos mais fr geis. 2. XXXV ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO. Perspectivas Globais para a Engenharia de Produ o Fortaleza, CE, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2015.

5 De forma objetiva este quesito aborda o dimensionamento das reas a partir do c lculo das: Superf cie Total (St) = Superf cie Est tica (Se) + Superf cie de Utiliza o (Su) + Superf cie de Circula o (Sc). Sendo a Superf cie Est tica (Se), a rea que o equipamento projeta na superf cie horizontal; a Superf cie de Utiliza o (Su), a rea de utiliza o do funcion rio e dos materiais, em torno do equipamento , onde N o n mero de lados utilizados pelo operador ou dep sito de material e a Superf cie de Circula o (Sc), a rea pela qual as pessoas e materiais circulam dentro do sistema fabril, , onde k=. Coeficiente que, dependendo do equipamento utilizado para o transporte do material, varia entre 0,05 e 3;. Modelo de Villar A metodologia de Villar (2001) adota a NR-23 e dados do FUNDACENTRO (1981). para tratar dos t picos relacionados preven o e combate a inc ndio. Em suma, o modelo baseia-se no modelo de Oliv rio (1985) com a adi o das t cnicas de preven o e combate a inc ndio.

6 Assim, a elabora o do LAYOUT divide-se em quatro etapas: Elabora o do arranjo f sico geral preliminar; elabora o do arranjo f sico detalhado; ajustes do arranjo f sico geral e; arranjo f sico final. Para o arranjo f sico preliminar, Villar (2001) segue a metodologia de Oliv rio (1985), que dimensiona as reas de forma grosseira, como j foi comentado no ponto acima, tomando-se o cuidado com a an lise do inter-relacionamento quantificado entre as reas quanto ao fluxo, matriz de fluxo, risco de inc ndio e o uso de subst ncias extintoras. Isto, baseado na aplica o do algor timo gen rico desenvolvido por Ivanqui (1997) para a otimiza o e aloca o de instala es, onde o fluxo de relacionamento de uma instala o i com uma instala o j a dist ncia de i para j. Em caso de dist ncias desej veis, aplica-se o valor n mero tr s (03), caso contr rio, aplica-se o valor num rico zero (0). O segundo passo trata da elabora o do arranjo f sico detalhado, os m todos adotados focam: o dimensionamento de cada posto de trabalho, atrav s da metodologia de Oliv rio (1985), determinando-se as reas para equipamentos; processo; o operador na opera o.

7 Manuten o; acesso dos meios de transporte e movimenta o de refugos, entre outras. Ap s determinar os dimensionamentos das reas s o identificadas as particularidades pass veis de ocasionar inc ndios. Em rela o aos sistemas especiais de combate a fogo, procede-se de forma semelhante e paralela aos sistemas particulares de preven o. 3. XXXV ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO. Perspectivas Globais para a Engenharia de Produ o Fortaleza, CE, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2015. Em seguida tem-se o isolamento dos riscos de inc ndio e da natureza de fogo das se es e a escolha dos extintores que ir o ficar em cada rea de acordo com as subst ncias extintoras a que se destinam, bem como das reas de circula o e aquelas dedicadas aos equipamentos de preven o e combate a inc ndio. S o determinados os ajustes finais do arranjo f sico, onde analisado o arranjo f sico geral, objetivando a adequa o do LAYOUT com os sistemas de combate a inc ndio, a determina o dos arruamentos interdepartamentais, localiza o da caixa d gua e para raio.

8 E, por fim, chega-se ao arranjo f sico final, onde todo o passo a passo documentado e arquivado na empresa para fins de verifica o. Este arranjo f sico permanecer inalterado at . que sejam necess rias modifica es. O LAYOUT e a preven o de inc ndios Segundo Villar (2001), a sequ ncia de atividades para se elaborar o LAYOUT considerando a preven o de inc ndios : identificar os riscos das diversas instala es, deixando aproximadas as instala es de riscos semelhantes, uma vez que necessitar o dos mesmos cuidados; isolar os riscos mais elevados, quando poss vel no espa o e aproxima o das instala es que necessitam das mesmas subst ncias extintoras. Os Sistemas extintores s o obrigat rios e de fundamental import ncia para dar seguridade s instala es f sicas de uma organiza o, al m de prevenir e combater inc ndios. Os extintores de inc ndio s o respons veis por eliminar ou controlar os focos de inc ndio de menor porte a partir do lan amento de uma subst ncia extintora ( gua, p qu mico seco ou g s carb nico).

9 Assim, os riscos de inc ndio s o elencados em classes, A, B, C e D. representados e classificados na Tabela 1, enquanto que a Tabela 2, trata da rea de dom nio e dist ncia m xima a ser percorrida por risco de fogo. TABELA 1: Classes de inc ndio e suas caracter sticas. Fonte: Corpo de Bombeiro Militar da Para ba 4. XXXV ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO. Perspectivas Globais para a Engenharia de Produ o Fortaleza, CE, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2015. TABELA 2: rea de Dom nio e Dist ncia M xima a ser Percorrida por Risco de Fogo. Fonte: NR - 23. Independente da rea ocupada onde dever existir ao menos dois (02) extintores para cada pavimento ou risco isolado, por m para reas inferiores a 50m basta uma unidade extintora. A norma do Corpo de bombeiro Militar da Para ba utiliza outros valores para a dist ncia m xima percorrida at se chegar ao foco de inc ndio, como segue a Tabela 3: TABELA 3 Dist ncia M xima a ser Percorrida por Risco de Fogo Fonte: Adaptado do Corpo de bombeiro militar da Para ba Comparando-se as normas do Corpo de bombeiro militar da Para ba e da NR 23, quanto s dist ncias m ximas a serem percorridas, tem-se que a segunda mais r gida quanto a este quesito, logo, a mesma foi utilizada para o desenvolvimento de trabalho no estudo das unidades extintoras.

10 Quanto localiza o das unidades extintoras, estas devem ser alocadas onde haja menor probabilidade do foco de inc ndio bloquear o acesso mesma; devem ser vis veis e livres de obstru es, facilitando desta forma o seu acesso. 3. Metodologia Este estudo baseia-se na metodologia descritiva, onde foram realizadas visitas in loco para a identifica o do problema, o registro e interpreta o dos dados coletados, com posteriores desenvolvimentos de argumentos l gicos para se avaliar e propor solu es para tal. Sendo, desta forma, um estudo de caso, realizado em um estabelecimento espec fico, no setor de panifica o. A presente pesquisa tamb m se caracteriza como sendo bibliogr fica. Ademais, a pesquisa qualitativa e quantitativa, buscando-se aferir julgamentos de origem tang vel e intang veis. A partir da coleta de dados com as documenta es diretas e indiretas, os mesmos foram dispostos de forma sist mica para an lise e investiga o. Assim, o seguinte roteiro foi realizado como etapas de desenvolvimento para a pesquisa: an lise do material bibliogr fico.


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