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TIPOS DE ABORTO E SUAS CONSEQUÊNCIAS.

TIPOS DE ABORTO E SUAS CONSEQU NCIAS. Amag Ramgis ABORTO Espont neo O ABORTO espont neo ocorre involuntariamente, por acidente, por anormalidades org nicas da mulher ou por defeito do pr prio ovo. Ocorre normalmente nos 1 dias ou semanas da gravidez, com um sangramento quase igual ao fluxo menstrual, podendo confundir muitas vezes a mulher do que realmente est acontecendo. H dois TIPOS de ABORTO espont neo: o ABORTO iminente e o inevit vel. O ABORTO iminente uma amea a de ABORTO . A mulher tem um leve sangramento seguido de dores nas costas e outras parecidas com as c licas menstruais. O ABORTO inevit vel quando se tem a dilata o do tero para expuls o do conte do seguido de fortes dores e hemorragia. O ABORTO inevit vel dividido em tr s TIPOS : o incompleto que quando ocorre depois da sa da dos co gulos a sa da restante do conte do e o ABORTO preso, que quando o ovo morre, mas n o expelido.

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1 TIPOS DE ABORTO E SUAS CONSEQU NCIAS. Amag Ramgis ABORTO Espont neo O ABORTO espont neo ocorre involuntariamente, por acidente, por anormalidades org nicas da mulher ou por defeito do pr prio ovo. Ocorre normalmente nos 1 dias ou semanas da gravidez, com um sangramento quase igual ao fluxo menstrual, podendo confundir muitas vezes a mulher do que realmente est acontecendo. H dois TIPOS de ABORTO espont neo: o ABORTO iminente e o inevit vel. O ABORTO iminente uma amea a de ABORTO . A mulher tem um leve sangramento seguido de dores nas costas e outras parecidas com as c licas menstruais. O ABORTO inevit vel quando se tem a dilata o do tero para expuls o do conte do seguido de fortes dores e hemorragia. O ABORTO inevit vel dividido em tr s TIPOS : o incompleto que quando ocorre depois da sa da dos co gulos a sa da restante do conte do e o ABORTO preso, que quando o ovo morre, mas n o expelido.

2 ABORTO Provocado O ABORTO provocado todo aquele que tem como causador um agente externo, que pode ser um profissional ou um leigo que utiliza as seguintes t cnicas: Dilata o ou corte Uma faca, em forma de foice, dilacera o corpinho do feto que retirado em peda os. Suc o ou Aspira o O ABORTO por suc o pode ser feito at a 12 semana ap s o ltimo per odo menstrual (amenorr ia). Este ABORTO pode ser feito com anestesia local ou geral. Com a local a paciente toma uma inje o intramuscular de algum analg sico. J na mesa de opera o faz um exame pra determinar o tamanho e a posi o do tero. Se for anestesia geral, toma-se uma hora antes da opera o uma inje o intramuscular de Thionembutal. Inicia ent o uma infus o intravenosa. O Thionembutal adormece o paciente e um anest sico geral por inala o como o xido de Nitroso administrado atrav s de uma m scara. A partir da o procedimento o mesmo da anestesia geral e local.

3 O colo do tero imobilizado por uma ten culo, e lentamente dilatado pela inser o de uma s rie de dilatadores cervicais. Depois est relacionada a quantidade de semanas de gesta o. Liga-se esta ponta ao aparelho de suc o, no qual ir evacuar completamente os produtos da concep o. A suc o afrouxa delicadamente o tecido da parte uterina e aspira-o, provocando contra es do tero, o que diminui a perda de sangue. Com a anestesia local, usa-se uma inje o de Ergotrate para contrair, o que pode causar n usea e v mitos. Curetagem Na curetagem feita a dilata o do colo do tero e com uma cureta (instrumento de a o semelhante a uma colher) feita a raspagem suave do revestimento uterino do embri o, da placenta e das membranas que envolvem o embri o. A curetagem pode ser realizada at a 15 semana ap s a ltima menstrua o. Este tipo de ABORTO muito perigoso, por que pode ocorrer perfuramento da parede uterina, tendo sangramento abundante.

4 Outro fator importante que se pode tirar muito tecido, causando a esterilidade. Drogas e Plantas Existem muitas subst ncias que quando tomadas causam o ABORTO . Algumas s o t xicos inorg nicos, como ars nio, antim nio, chumbo, cobre, ferro, f sforo e v rios cidos e sais. As plantas s o: absinto (losna, abuteia, alecrim, algodaro, arruba, cip mil homens, esperradura e v rias ervas amargas). Todas estas subst ncias tem de ser tomadas em grande quantidade para que ocorra o ABORTO . O risco de abortar t o grande como o de morrer, ou quase. MINI- ABORTO feito quando a mulher est a menos de 7 semanas sem menstruar. O m dico faz um exame manual interno para determinar o tamanho do feto e a posi o do tero. Lava-se a vagina com uma solu o anti-s ptica e com uma agulha fina, anestesia o tero em tr s pontos, prende-se o rg o com um tipo de f rceps chamado ten culo, uma sonda de pl stico fino e flex vel introduzida no tero.

5 A esta sonda liga-se um aparelho de suc o e remove-se o endom trio e os produtos de concep o. A mulher que faz o mini- ABORTO , depois da opera o pode Ter c licas uterinas, n useas, suor e rea es de fraqueza. A mesma n o pode Ter rela es sexuais e nem usar tamp o nas 3 ou 4 semanas seguintes para evitar complica es ou infec es. Envenenamento por sal feito do 16 24 semana de gesta o. O m dico aplica anestesia local num ponto situado entre o umbigo e a vulva, no qual ir ultrapassar a parede do abdome, do tero e do mnio ( bolsa d gua). Com esta seringa aspira-se o flu do amni tico, no qual ser substitu do por uma solu o salina ou uma solu o de protaglandina. Ap s um prazo de 24 48 horas, por efeito de contra es do feto expulso pela vagina, como num parto normal. O risco apresentado por este tipo de ABORTO a aplica o errada da anestesia, e a solu o ter sido injetada fora do mnio, causando a morte instant nea.

6 SUFOCAMENTO Este m todo de ABORTO chamado de "parto parcial". Nesse caso, puxa-se o bebe pra fora deixando apenas a cabe a dentro, j que ela grande demais. Da introduz-se um tubo em sua nuca, que sugar a sua massa cerebral, levando-o sua morte. S ent o o beb consegue ser totalmente retirado. ESQUARTEJAMENTO O feto esquartejado ainda dentro da m e. Deixando-o em peda os. Retirada do liquido amni tico Esta uma das maneiras mais lentas de praticar o ABORTO : O abortista retira o liquido amni tico de dentro do tero e coloca uma subst ncia contendo sal. Consequ ncias: Fala-se muito de ABORTO , poucas vezes, por m, se fala de suas complica es, seus danos e conseq ncias. Por essa raz o, apresentamos estas observa es, para sua informa o e reflex o. Complica es imediatas do ABORTO , segundo o m todo empregado. A - M todo da Aspira o 1. Lacera o do colo uterino provocada pelo uso de dilatadores.

7 Conseq ncias: - insufici ncia do colo uterino, favorecendo abortos sucessivos no primeiro e no segundo trimestre (10% das pacientes); - partos prematuros, na 20 ou 30 semana de gesta o. 2. Perfura o do tero Acontece quando usada a colher de curetagem ou o aspirador; mais frequentemente, atrav s do hister metro (instrumento que mede a cavidade uterina). O tero gr vido muito fr gil e fino; pode ser perfurado sem que o cirurgi o se d conta. uma complica o muito s ria. Conseq ncias: - infec o e obstru o das trompas, provocando esterilidade; - interven o para estancar a hemorragia produzida; - perigo de les o no intestino, na bexiga ou nas trompas; - a art ria do tero, nesses casos, frequentemente, atingida, criando a necessidade de histerectomia (extirpa o do tero), se n o for poss vel estancar a hemorragia. 3. Hemorragias uterinas Perda de sangue ou fortes hemorragias causadas pela falta de contra o do m sculo uterino.

8 As perdas de sangue s o mais intensas se a gravidez for avan ada. Essas perdas s o de 200 ml na 10 semana de gravidez, 350 na 12 , 450 na 13 Conseq ncias: - necessidade de transfus o de sangue; - abla o do tero, se a hemorragia n o for estancada. 4. Endometrite (inflama o) p s- ABORTO (infec o uterina secund ria, decorrente do ABORTO ). Apesar dos antibi ticos administrados antes do ABORTO ; h grande incid ncia de infec es e obstru o de trompas. Conseq ncias: - esterilidade - Gravidez ect pica (fora do lugar apropriado). 5. Evacua o incompleta da cavidade uterina. Necessidade de prolongar a suc o e de fazer uma curetagem imediata. Danos e conseq ncias: - possibilidade de extra o do endom trio (mucosa uterina); - forma o de ader ncias no interior do tero e, como conseq ncia, esterilidade, frequentemente amenorr ia (aus ncia de menstrua o); - possibilidade de placenta pr via na gravidez seguinte, criando a necessidade de cesariana.

9 B. A chamada Extra o Menstrual poss vel que a paciente n o esteja gr vida. Pode ocorrer uma extra o incompleta (o ovo frequentemente n o extra do, tornando necess ria uma curetagem). C. M todo das Lamin rias (tamp o esterilizado feito de algas marinhas) Pode ocorrer que fique preso tornando-se necess ria uma histerectomia (extra o do tero). Conseq ncias: - infec es graves por causa da presen a de corpo estranho - as mesmas da histerectomia. D. Solu o Hipert nica Salina (Gravidez de 12 a 20 semanas) Complica es muito s rias: - reten o da placenta e hemorragia (50% necessitam de curetagem). As mesmas complica es que uma curetagem pode produzir, com o agravante de uma poss vel perfura o do tero e da forma o de ader ncias; - infec o e endometrite (inflama o da mucosa do tero); - hemorragia; - coagulopatia e hemorragia abundante; - intoxica o por reten o de gua; efeitos secund rios do soro salino e da pituita que podem causar falhas de funcionamento do cora o e morte; - perigo de entrada de solu o salina na corrente sangu nea da m e com efeitos mortais; - possibilidade de gravidez mais avan ada do que a informada pela m e e, na aus ncia de um exame s rio, poderia abortar uma crian a de 2 quilos ou 2 quilos e meio.

10 Esse tipo de ABORTO apresenta um perigo dez vezes superior curetagem. A mortalidade vai de 4 a 22 por mil. As raz es do ABORTO denominado terap utico s o uma contra-indica o para o ABORTO atrav s de solu o salina. E. Histerectomia (extra o total do tero) Complica es: Os mesmos perigos e complica es de toda cirurgia intra-abdominal: hemorragia, infec o, peritonite, les es da bexiga e dos ureteres. Complica es variadas em 38 a 61 por mil. Complica es tardias do ABORTO 1 - Insufici ncia ou incapacidade do colo uterino. 2 - Aumento da taxa de nascimentos por cesariana (para permitir que o beb consiga viver mesmo que prematuro). 3 - Danos causados s trompas por poss vel infec o p s- ABORTO , causando infertilidade (em 18 % das pacientes). Maior n mero de complica es em mulheres gr vidas que anteriormente provocaram ABORTO (67,5% entre as que abortaram e 13,4 entre as que n o abortaram).


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