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20172017 Elabora oGerson Antonio PianettiUniversidade Federal de Minas Gerais - UFMGIvan da Gama TeixeiraAssocia o Nacional de Farmac uticos Magistrais - AnfarmagJos Antonio de Oliveira BatistuzzoAssocia o Nacional de Farmac uticos Magistrais - AnfarmagJos Elizaine BorgesGrupo de Trabalho sobre Farm cia Magistral /Conselho Federal de Farm ciaRevis o T cnicaLucia Helena Silva Gonzaga PintoAssocia o Nacional de Farmac uticos Magistrais - AnfarmagLuciane Bresciani QuirinoAssocia o Nacional de Farmac uticos Magistrais - AnfarmagRevis o FinalTarc sio Jos PalhanoConselho Federal de Farm cia proibida a duplica o ou reprodu o deste volume, no todo ou em parte, sob quaisquer formas ou por quaisquer meios (eletr nico, mec nico, grava o, fotoc -pia, distribui o na web e outros), sem permiss o expressa do Federal de Farm cia. Manual de equival ncia e corre o / Conselho Federal de Farm cia. Bras lia: Conselho Federal de Farm cia, 2017.

7 anual de quivalncia e Correção Prefácio A profissãofarmacêutica está em processo de crescimento, consolidando a participação desse profissionalno cuidado da saúde.

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1 20172017 Elabora oGerson Antonio PianettiUniversidade Federal de Minas Gerais - UFMGIvan da Gama TeixeiraAssocia o Nacional de Farmac uticos Magistrais - AnfarmagJos Antonio de Oliveira BatistuzzoAssocia o Nacional de Farmac uticos Magistrais - AnfarmagJos Elizaine BorgesGrupo de Trabalho sobre Farm cia Magistral /Conselho Federal de Farm ciaRevis o T cnicaLucia Helena Silva Gonzaga PintoAssocia o Nacional de Farmac uticos Magistrais - AnfarmagLuciane Bresciani QuirinoAssocia o Nacional de Farmac uticos Magistrais - AnfarmagRevis o FinalTarc sio Jos PalhanoConselho Federal de Farm cia proibida a duplica o ou reprodu o deste volume, no todo ou em parte, sob quaisquer formas ou por quaisquer meios (eletr nico, mec nico, grava o, fotoc -pia, distribui o na web e outros), sem permiss o expressa do Federal de Farm cia. Manual de equival ncia e corre o / Conselho Federal de Farm cia. Bras lia: Conselho Federal de Farm cia, 2017.

2 72 p. : il. ISBN 978-85-89924-23-8 1. Servi os farmac uticos. 2. Fator de equival ncia. 3. Fator de corre o. 4. Prescri o de medicamentos. 5. Avalia o farmac utica. I. T tulo. CDU 615 PRESIDENTEW alter da Silva Jorge Jo oVICE-PRESIDENTEV almir de SantiSECRET RIO-GERALJos Gildo da SilvaTESOUREIROJo o Samuel de Morais MeiraRossana Santos Freitas Spiguel (AC)Jos Gildo da Silva (AL)Marcos Aur lio Ferreira da Silva (AM)Carlos Andr Oeiras Sena (AP)Altamiro Jos dos Santos (BA)Luis Cl udio Mapurunga da Frota (CE)Forland Oliveira Silva (DF)Gedayas Medeiros Pedro (ES)Sueza Abadia de Souza Oliveira (GO)Fernando Lu s Bacelar de Carvalho Lobato (MA)Gerson Ant nio Pianetti (MG) ngela Cristina Rodrigues da Cunha Castro Lopes (MS)Jos Ricardo Arnaut Amadio (MT)Walter da Silva Jorge Jo o (PA)Dr. Alex Sandro Rodrigues Baiense - CoordenadorDr. Artagnan C cero CostaDra. Gelza R bia Rigue de AraujoDr. Jos Elizaine BorgesDra.

3 K tia Vanessa Moreira Mendes do Bom ConselhoDr. Luiz Fernando Secioso ChiavegattoDra. Magna Fernanda Almeida FigueiredoDr. Marcelo Brasil do CoutoDr. Marco Ant nio FiaschettiJo o Samuel de Morais Meira (PB)Br ulio C sar de Sousa (PE)Elena L cia Sales Souza (PI)Valmir de Santi (PR)Alex Sandro Rodrigues Baiense (RJ)Lenira da Silva Costa (RN)L rida Maria dos Santos Vieira (RO)Erlandson Uch a Lacerda (RR)Josu Schostack (RS)Paulo Roberto Boff (SC)Vanilda Oliveira Aguiar (SE)Marcelo Polacow Bisson (SP)Amilson lvares (TO)CONSELHEIROS FEDERAIS EFETIVOSGRUPO DE TRABALHO SOBRE FARM CIA MAGISTRAL - CFFMEMBROS EFETIVOSSum rio1. Introdu o ..132. Considera es sobre a prescri o dos medicamentos ..143. Avalia o farmac utica da prescri o ..154. Apresenta o da Tabela de equival ncia ..175. R tulos e registros ..186. Conceitos utilizados ..187. Fator de Equival ncia (FEq) ..198. C lculo do fator de equival ncia ..199 Fator de Corre o (FCr).

4 2010. C lculo do fator de corre o ..2011. Corre o de hidrata o ou umidade ..21 12. Siglas para identifica o do requisito de corre o de Hidrata o/Umidade ..2113. Orienta es gerais ..2214. Recomenda es para o uso do manual ..2315. Princ pios ativos com Fator = 1,00 ..2316. Princ pios ativos com Fator > 1,00 ..2517. Situa es especiais ..2618. Recomenda es para a prescri o ..2919. Considera es finais ..2920. Suplementa o mineral ..29 Ap ndice A - Tabela de equival ncias ..30 Ap ndice B - Tabela de teor de minerais ..67 Refer ncias ..717 Manual de Equival ncia e Corre oPref cio A profiss o farmac utica est em processo de crescimento, consolidando a participa o desse profissional no cuidado da sa de. Esse crescimento se baseia na aplica o do melhor co-nhecimento t cnico e cient fico e na busca pela excel ncia em pesquisa, produ o, manipula o, controle e dispensa o de medicamentos, colocados a servi o da popula o.

5 Parabenizamos a Associa o Nacional de Farmac uticos Magistrais (Anfarmag) pelo pro-tagonismo e pioneirismo na elabora o das edi es anteriores do Manual de Equival ncia Sal--Base , ferramenta til a todos os farmac uticos magistrais, que traz as informa es necess rias para a correta e indispens vel aplica o dos fatores de equival ncia e corre o, pertinentes aos insumos farmac uticos utilizados nos produtos manipulados. Dessa experi ncia exitosa, surge a parceria entre a Anfarmag e o Conselho Federal de Far-m cia (CFF), por meio de seu Grupo de Trabalho sobre Farm cia Magistral (GT Magistral/CFF). Assim, constr i-se esta vers o ampliada, uma obra referencial e nica no mundo, que agora est disposi o de todos os farmac uticos magistrais do Brasil. Vale ressaltar que esta obra resultado de muitos atores, cada um com a sua especialidade. Agradecemos em especial Anfarmag, na figura de seu Conselho de Administra o e de todos os profissionais que contribu ram com as edi es anteriores; aos consultores ad hoc, Dr.

6 Gerson Antonio Pianetti, Dr. Ivan da Gama Teixeira, Dr. Jos Antonio de Oliveira Batistuzzo e Dr. Jos Elizaine Borges; ao plen rio do CFF e a todos os membros efetivos do GT Magistral/CFF. Com grande satisfa o, entregamos esta obra aos farmac uticos magistrais que, com muito profissionalismo, conhecimento das ci ncias farmac uticas, zelo, dedica o e amor, cuidam da sa de de nossa de 2017 Walter da Silva Jorge Jo o Presidente do CFFD iretoria do Diretoria doConselho Federal de Farm cia Conselho de Administra o da AnfarmagPresidente Presidente Walter da Silva Jorge Jo o Ademir Val rio da SilvaVice-presidente Vice-presidentes Valmir de Santi C lio Fernandes Jos Patroc nio de Andrade FilhoSecret rio-geral Jos Gildo da Silva Secret rio-geral Carlos Alberto Pinto de OliveiraTesoureiro Jo o Samuel de Morais Meira Diretor-executivo Marco Antonio FiaschettiComiss o T cnica Gerson Antonio Pianetti Ivan da Gama Teixeira Jos Antonio de Oliveira Batistuzzo Jos Elizaine Borges8 Manual de Equival ncia e Corre oPref cio da 1 Edi o - 2000 A Anfarmag.

7 Desde a sua funda o h 15 anos, tem como objetivo a manuten o de uma classe farmac utica magistral forte. Seus associados e dirigentes sempre souberam que a Far-m cia idealizada por todos s seria alcan ada se houvesse um trabalho intenso de padroniza o dos procedimentos t cnicos adotados e a especializa o dos seus profissionais. Um desses trabalhos era a elabora o de um Manual com padroniza o de procedimentos para o uso de fatores de equival ncia das subst ncias. Para atingir esse objetivo, a Anfarmag criou uma Comiss o no in cio desse ano, encarregada de pesquisar, estudar e elaborar um Ma-nual, acess vel aos farmac uticos magistrais de todo o pa s, que garantisse um padr o de equi-val ncia das subst ncias utilizadas e de seus teores, no preparo dos medicamentos e no atendi-mento das prescri es. Gra as vis o dos profissionais que compuseram essa comiss o o Manual de Equival ncia da Anfarmag hoje uma realidade.

8 Esta obra ser de enorme valor para todos, pois, seja qual for a denomina o utilizada para a subst ncia, ela dar condi es para que sejam empregados os mesmos fatores de convers o, utilizados os mesmos m todos e garantidos os mesmos padr es para os produtos preparados em qualquer farm cia magistral. Diante da efici ncia demonstrada pelos respons veis por este trabalho, s nos resta agra-decer a todos, coordenador e membros da comiss o, pelo esp rito de classe que os move e pelo esfor o empreendido, representado por horas e horas de pesquisa e de intenso trabalho longe de suas atividades di rias, colocando sua compet ncia t cnica ao alcance de de 2000 Marco Antonio PerinoPresidente da AnfarmagDiretoria da Anfarmag Comiss o do Manual de Equival nciaPresidente Presidente Marco Antonio Perino Ademir SilvaVice-Presidentes Componentes Rog rio Tokarski Antonio Celso Sampaio Lenir Ribeiro Yago Gomes Elp dio Nereu Zanchet Cl udia Coral Lina Nasrallah Nazareno de Abreu David Telvio Knobel Lucimara Dal Col Bertoli Eder Reginato Margarete Akemi KishiTesoureiros Elp dio Nereu Zanchet Maria do Carmo Corr a da Silva Natan Levy Gerson Appel Martine Salama Franco David Telvio Knobel Giovanni Margoto Bertollo Pedro Alves Ferreira Jr.

9 H lio Elyseu V. Ribas V nia Regina de S Secret rios Ivan da Gama Teixeira Eduardo Colombo Jo o lvaro Costa D Ippolito Yukiko Eto Jos Antonio de Oliveira Batistuzzo9 Manual de Equival ncia e Corre oPref cio da 2 edi o - 2006 O fortalecimento da classe farmac utica magistral tem sido o objetivo da Anfarmag, entida-de que congrega um n mero cada vez maior de associados por todo o territ rio nacional. A capacita o profissional em n veis t cnicos e de gest o tem sido foco de aten o das dire-torias da entidade, que ao longo dos ltimos anos tem promovido in meras a es de qualifica o e educa o continuada. O preparo de manuais t cnicos com a inten o de conceituar procedimentos e padronizar atividades exclusivas da pr tica magistral parte deste processo capacita o para o preparo de medicamentos.

10 O Manual de Equival ncia, em sua primeira edi o, estabeleceu o conceito b sico que per-mitiu o entendimento de toda a classe farmac utica sobre os crit rios de equival ncia de subs-t ncias em suas diferentes formas para obten o da dose correta do medicamento prescrito. O preparo da primeira edi o do Manual de Equival ncia demandou amplo debate entre profissionais, rg os reguladores, acad micos e entidades farmac uticas. Ap s sua publica o, um grande empreendimento foi levado a cabo pelas regionais da An-farmag para levar aos associados em todo o pa s o entendimento dos conceitos definidos, garan-tindo a melhor utiliza o do manual, inclusive junto aos prescritores. Para ratificar os conceitos estabelecidos e contemplar novas subst ncias, a Comiss o de Estudos de Equival ncia, retomou os trabalhos para a revis o e atualiza o do Manual de Equi-val ncia e concluiu sua 2 edi o com o acr scimo de 63 subst ncias estudadas.


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